Viña del Mar - Viña del Mar, C, le
Sobre a Partida
Viña del Mar, 13 de junho de 1962. O Estádio Sausalito seria palco de um embate épico nas semifinais da Copa do Mundo, um confronto que transcenderia a esfera esportiva para se tornar um choque de titãs do Bloco Oriental: Tchecoslováquia contra Iugoslávia. Sob um sol chileno implacável, a tensão era palpável. De um lado, a cadência e a técnica de Josef Masopust, o maestro tcheco que logo seria coroado Bola de Ouro; do outro, a força e a astúcia de Milan Galić e Dražan Jerković. Era mais do que uma partida, era a chance de fazer história para qualquer uma das nações.
O primeiro tempo foi um tabuleiro de xadrez tático, com ambas as defesas se impondo, mantendo o placar inalterado e o nervosismo à flor da pele. Mas a mística da Copa explode na segunda etapa. Aos 49 minutos, Andrej Kvašňák rompeu o silêncio com um gol para a Tchecoslováquia, incendiando a torcida. A Iugoslávia, contudo, não se rendeu. Jerković, artilheiro nato, igualou o marcador aos 69, reacendendo a esperança e prometendo um final dramático.
Mas a glória aguardava um herói inesperado. Adolf Scherer, com uma frieza cirúrgica, calou o Sausalito. Aos 80 minutos, ele recolocou a Tchecoslováquia à frente, e quatro minutos depois, selou a vitória com outro gol, um golpe fatal para a Iugoslávia. Com um placar de 3 a 1, a Tchecoslováquia, liderada pela maestria de Masopust e a determinação coletiva, carimbava seu passaporte para a grande final, onde enfrentaria o poderoso Brasil. Uma partida que ficaria gravada como um triunfo da persistência e da tática, culminando em uma festa azul e branca.
O primeiro tempo foi um tabuleiro de xadrez tático, com ambas as defesas se impondo, mantendo o placar inalterado e o nervosismo à flor da pele. Mas a mística da Copa explode na segunda etapa. Aos 49 minutos, Andrej Kvašňák rompeu o silêncio com um gol para a Tchecoslováquia, incendiando a torcida. A Iugoslávia, contudo, não se rendeu. Jerković, artilheiro nato, igualou o marcador aos 69, reacendendo a esperança e prometendo um final dramático.
Mas a glória aguardava um herói inesperado. Adolf Scherer, com uma frieza cirúrgica, calou o Sausalito. Aos 80 minutos, ele recolocou a Tchecoslováquia à frente, e quatro minutos depois, selou a vitória com outro gol, um golpe fatal para a Iugoslávia. Com um placar de 3 a 1, a Tchecoslováquia, liderada pela maestria de Masopust e a determinação coletiva, carimbava seu passaporte para a grande final, onde enfrentaria o poderoso Brasil. Uma partida que ficaria gravada como um triunfo da persistência e da tática, culminando em uma festa azul e branca.
Gols
48'
Kadraba
69'
Jerkovic
80'
Scherer
84'
Scherer
Escalações
Tchecoslováquia
Titulares
-
Kvasnak
MEI
-
Pospichal
ATA
-
Kadraba
ATA
-
Jelinek
ATA
-
Scherer
ATA
-
Masopust
MEI
-
Pluskal
DEF
-
Lala
DEF
-
Novak
DEF
-
Schroif
GOL
-
Popluhar
GOL
-
Rudolf Vytlacil
TEC
Iugoslávia
Titulares
-
Skoblar
ATA
-
Sekularac
ATA
-
Jerkovic
ATA
-
Galic
ATA
-
Popovic
MEI
-
Radakovic
DEF
-
Markovic
DEF
-
Durkovic
DEF
-
Jusufi
DEF
-
Soskic
GOL
-
Mihajlovic
TEC
-
Sijakovic
DEF
Arbitragem
Árbitro
Dienst
Árbitro
Dienst
Árbitro
Dienst