Sobre a Partida
Na tarde londrina de 15 de julho de 1966, o White City Stadium se tornou palco de um embate crucial pelo Grupo 1 da Copa do Mundo, onde a tradição sul-americana do Uruguai colidia com a ambição europeia da França. Era um jogo de vida ou morte para a Celeste Olímpica, que buscava reabilitar-se após um empate, e para os Bleus, que precisavam desesperadamente de pontos para manterem-se vivos na competição.
A "garra charrúa" se fez presente desde o apito inicial. Com uma equipe experiente e talentosa, liderada pelo maestro Pedro Rocha e o incansável Julio César Cortés, o Uruguai impôs seu ritmo. Aos 26 minutos, Pedro Rocha, em uma de suas arrancadas características, desferiu um chute certeiro que estufou as redes francesas, levantando a torcida. Mal a França se recompunha, e cinco minutos depois, Cortés ampliou, aproveitando uma falha da defesa para colocar a bola no fundo do gol. O intervalo chegava com um 2 a 0 que parecia consolidar a vantagem uruguaia.
No segundo tempo, a França ressurgiu das cinzas. Aos 51 minutos, Héctor De Bourgoing, numa jogada individual inspirada, diminuiu o placar, acendendo a esperança tricolor e injetando tensão nos minutos finais. O goleiro uruguaio Ladislao Mazurkiewicz foi testado diversas vezes, mas a defesa celeste, comandada pelo capitão Horacio Troche, resistiu bravamente aos ataques franceses. Ao final dos 90 minutos, o placar de 2 a 1 para o Uruguai selava uma vitória essencial, mantendo viva a chama de um bicampeão mundial e deixando a França à beira da eliminação.
A "garra charrúa" se fez presente desde o apito inicial. Com uma equipe experiente e talentosa, liderada pelo maestro Pedro Rocha e o incansável Julio César Cortés, o Uruguai impôs seu ritmo. Aos 26 minutos, Pedro Rocha, em uma de suas arrancadas características, desferiu um chute certeiro que estufou as redes francesas, levantando a torcida. Mal a França se recompunha, e cinco minutos depois, Cortés ampliou, aproveitando uma falha da defesa para colocar a bola no fundo do gol. O intervalo chegava com um 2 a 0 que parecia consolidar a vantagem uruguaia.
No segundo tempo, a França ressurgiu das cinzas. Aos 51 minutos, Héctor De Bourgoing, numa jogada individual inspirada, diminuiu o placar, acendendo a esperança tricolor e injetando tensão nos minutos finais. O goleiro uruguaio Ladislao Mazurkiewicz foi testado diversas vezes, mas a defesa celeste, comandada pelo capitão Horacio Troche, resistiu bravamente aos ataques franceses. Ao final dos 90 minutos, o placar de 2 a 1 para o Uruguai selava uma vitória essencial, mantendo viva a chama de um bicampeão mundial e deixando a França à beira da eliminação.
Gols
15'
De Bourgoing
26'
Pedro Rocha
31'
Cortez
Escalações
Uruguai
Titulares
-
Goncalves
DEF
-
Sacia
ATA
-
Viera
ATA
-
Manicera
ZAD
-
Ondino Vieira
TEC
-
Cortez
ATA
-
Ubinas
MEI
-
Mazurkiewicz
GOL
-
Caetano
MEI
-
Pedro Rocha
MEI
-
Troche
DEF
-
Perez
ATA
França
Titulares
-
Simon
ATA
-
Hausser
ATA
-
Gondet
ATA
-
Bonnel
MEI
-
Artelesa
MEI
-
Herbert
MEI
-
Bosquier
DEF
-
Djorkaeff
DEF
-
Budzinski
DEF
-
Aubour
GOL
-
Henry Guerin
TEC
-
De Bourgoing
ATA
Arbitragem
Árbitro
Galba