Sobre a Partida
Guadalajara, 17 de junho de 1970. No ar, não apenas o calor escaldante do México, mas também a sombra gélida de um fantasma que assombrava o futebol brasileiro há duas décadas: o Maracanazo de 1950. Era a semifinal da Copa do Mundo, e o adversário era, novamente, o Uruguai. O 'Clássico do Atlântico' prometia tensão, e ela veio cedo. Luis Cubilla, aos 19 minutos, silenciou o Estádio Jalisco com um chute que pegou Félix de surpresa. O Uruguai, fiel à sua garra, estava na frente.
Mas esta Seleção Canarinho era diferente. Era a Máquina Amarela, com Pelé, Tostão, Jairzinho e Rivelino. Pouco antes do intervalo, Clodoaldo, com uma arrancada fulminante, invadiu a área e empatou, incendiando a torcida e aliviando a alma brasileira. O segundo tempo trouxe o brilho que se esperava. Jairzinho, o 'Furacão', marcou seu sétimo gol no torneio, virando o placar. O Brasil ditava o ritmo, e a genialidade fluía. Em um lance que entrou para a história, Pelé protagonizou o famoso 'drible da vaca sem bola', deixando Mazurkiewicz no vazio e Tostão livre, embora sem converter. Contudo, a magia estava no ar.
Rivelino, o 'Patada Atômica', selou a vitória por 3 a 1. Não foi apenas um triunfo que levou o Brasil à final; foi uma catarse. Aquele dia em Guadalajara não apagou 1950, mas reescreveu a narrativa, confirmando a hegemonia de uma geração dourada e enterrando o fantasma uruguaio, ao menos por enquanto. O tricampeonato estava a um passo.
Mas esta Seleção Canarinho era diferente. Era a Máquina Amarela, com Pelé, Tostão, Jairzinho e Rivelino. Pouco antes do intervalo, Clodoaldo, com uma arrancada fulminante, invadiu a área e empatou, incendiando a torcida e aliviando a alma brasileira. O segundo tempo trouxe o brilho que se esperava. Jairzinho, o 'Furacão', marcou seu sétimo gol no torneio, virando o placar. O Brasil ditava o ritmo, e a genialidade fluía. Em um lance que entrou para a história, Pelé protagonizou o famoso 'drible da vaca sem bola', deixando Mazurkiewicz no vazio e Tostão livre, embora sem converter. Contudo, a magia estava no ar.
Rivelino, o 'Patada Atômica', selou a vitória por 3 a 1. Não foi apenas um triunfo que levou o Brasil à final; foi uma catarse. Aquele dia em Guadalajara não apagou 1950, mas reescreveu a narrativa, confirmando a hegemonia de uma geração dourada e enterrando o fantasma uruguaio, ao menos por enquanto. O tricampeonato estava a um passo.
Gols
19'
Cubilla
44'
Clodoaldo
76'
Jairzinho
89'
Rivelino
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Pelé
ATA
-
Zagallo
TEC
-
Félix
GOL
-
Brito
DEF
-
Carlos Alberto Torres
LAT
-
Everaldo
LAT
-
Gerson
MEI
-
Jairzinho
ATA
-
Rivelino
MEI
-
Clodoaldo
MEI
-
Piazza
VOL
-
Tostão
ATA
Uruguai
Titulares
-
Morales
ATA
-
Cortez
ATA
-
Fontes
ATA
-
Mazurkiewicz
GOL
-
Ildo Maneiro
MEI
-
Cubilla
ATA
-
Montero
MEC
-
Holberg
TEC
-
Ancheta
DEF
-
Matosas
VOL
-
Ubinas
MEI
-
Mujica
DEF
Reservas
-
Esparrago
ATA
Arbitragem
Árbitro
Ortiz de Mendibil