Commerzbank-Arena ERRADO - Frankfurt, Alem, ha
Sobre a Partida
No calor de Frankfurt, sob a sombra da imponente Copa do Mundo de 1974, a Seleção Brasileira, tricampeã e órfã de Pelé, fazia sua estreia contra a técnica Iugoslávia. Era 13 de junho, e o mundo do futebol esperava ver a magia renascer. Mas o que se desenrolou no Waldstadion foi um embate tático ferrenho, um duelo de gigantes que terminou em frustrante 0 a 0.
O Brasil de Zagallo, com Rivelino e Jairzinho buscando as rédeas da criação, enfrentou a solidez iugoslava, liderada pela astúcia de Džajić e a segurança de Marić no gol. Lances de tirar o fôlego não faltaram. Rivelino, com sua Patada Atômica, assustou o goleiro Marić em uma cobrança de falta que raspou a trave, levantando a poeira e o grito da torcida. Jairzinho, o 'Furacão da Copa', tentou suas arrancadas características, mas a defesa balcânica, com Katalinski e Oblak, se mostrava intransponível. Do outro lado, o perigoso Džajić e Šurjak testavam a segurança de Leão, que se agigantava em sua meta, garantindo o zero no placar para os brasileiros.
Foi um jogo de nervos, onde a ausência de um centroavante letal no Brasil pesou e a falta de pontaria iugoslava frustrou suas boas jogadas. O placar em branco, embora decepcionante para os torcedores brasileiros que sonhavam com um novo espetáculo, foi um testamento da intensidade e da qualidade defensiva de ambas as equipes. A 'Fera', como era chamada a Iugoslávia, havia segurado a campeã, e o Brasil, ainda em busca de sua nova identidade, sentia o peso da coroa sem seu rei, em um início com sabor amargo.
O Brasil de Zagallo, com Rivelino e Jairzinho buscando as rédeas da criação, enfrentou a solidez iugoslava, liderada pela astúcia de Džajić e a segurança de Marić no gol. Lances de tirar o fôlego não faltaram. Rivelino, com sua Patada Atômica, assustou o goleiro Marić em uma cobrança de falta que raspou a trave, levantando a poeira e o grito da torcida. Jairzinho, o 'Furacão da Copa', tentou suas arrancadas características, mas a defesa balcânica, com Katalinski e Oblak, se mostrava intransponível. Do outro lado, o perigoso Džajić e Šurjak testavam a segurança de Leão, que se agigantava em sua meta, garantindo o zero no placar para os brasileiros.
Foi um jogo de nervos, onde a ausência de um centroavante letal no Brasil pesou e a falta de pontaria iugoslava frustrou suas boas jogadas. O placar em branco, embora decepcionante para os torcedores brasileiros que sonhavam com um novo espetáculo, foi um testamento da intensidade e da qualidade defensiva de ambas as equipes. A 'Fera', como era chamada a Iugoslávia, havia segurado a campeã, e o Brasil, ainda em busca de sua nova identidade, sentia o peso da coroa sem seu rei, em um início com sabor amargo.
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Zagallo
TEC
-
Paulo César Caju
ATA
-
Luís Pereira
DEF
-
Leivinha
ATA
-
Valdomiro
ATA
-
Jairzinho
ATA
-
Rivelino
MEI
-
Marinho Chagas
LAT
-
Marinho Perez
DEF
-
Nelinho
LAT
-
Piazza
VOL
-
Emerson Leão
GOL
Iugoslávia
Titulares
-
Muzinic
DEF
-
Petkovic
MEI
-
Oblak
MEI
-
Dzajic
ATA
-
Surjak
ATA
-
Acimovic
MEI
-
Bujan
DEF
-
Katalinski
DEF
-
Hadziabdic
DEF
-
Maric
GOL
-
Miljan Miljanic
TEC
-
Bogicevic
DEF
Arbitragem
Árbitro
Pestarino