Sobre a Partida
A tarde quente de Córdoba, em 10 de junho de 1978, preparava-se para um embate de gigantes contra o improvável. A Alemanha Ocidental, a atual campeã mundial, liderada por estrelas como o jovem Karl-Heinz Rummenigge, o incansável Rainer Bonhof e o artilheiro Dieter Müller, era a favorita esmagadora contra a Tunísia, estreante em Copas. No entanto, o futebol historicamente nos reserva surpresas.
Os 'Águias de Cartago', ainda em êxtase pela vitória inédita sobre o México, entraram em campo com uma coragem inabalável. O técnico Helmut Schön viu seus comandados lançarem-se ao ataque em ondas incessantes, com Rummenigge e Müller testando a defesa tunisiana repetidamente. Mas a muralha africana, sob a batuta do talentoso Tarak Dhiab e a heroica atuação do goleiro Mokhtar Naili, que operou milagres negando gols certos, resistiu bravamente. Lances de perigo surgiram de ambos os lados, mas os ataques alemães eram constantemente frustrados pela resiliência e disciplina tática da Tunísia, que, em raros mas perigosos contra-ataques, assustava Sepp Maier.
Ao apito final, o placar de 0 a 0 reverberou como um grito de triunfo para os tunisianos e um alerta estrondoso para os campeões. Foi mais do que um empate; foi uma demonstração de que, na Copa de 78, a hierarquia podia ser desafiada, e que o 'Daví' africano era capaz de segurar o 'Golias' europeu, marcando para sempre seu nome na história do torneio.
Os 'Águias de Cartago', ainda em êxtase pela vitória inédita sobre o México, entraram em campo com uma coragem inabalável. O técnico Helmut Schön viu seus comandados lançarem-se ao ataque em ondas incessantes, com Rummenigge e Müller testando a defesa tunisiana repetidamente. Mas a muralha africana, sob a batuta do talentoso Tarak Dhiab e a heroica atuação do goleiro Mokhtar Naili, que operou milagres negando gols certos, resistiu bravamente. Lances de perigo surgiram de ambos os lados, mas os ataques alemães eram constantemente frustrados pela resiliência e disciplina tática da Tunísia, que, em raros mas perigosos contra-ataques, assustava Sepp Maier.
Ao apito final, o placar de 0 a 0 reverberou como um grito de triunfo para os tunisianos e um alerta estrondoso para os campeões. Foi mais do que um empate; foi uma demonstração de que, na Copa de 78, a hierarquia podia ser desafiada, e que o 'Daví' africano era capaz de segurar o 'Golias' europeu, marcando para sempre seu nome na história do torneio.
Escalações
Alemanha
Titulares
-
Helmut Schoen
TEC
-
Dieter Mueller
ATA
-
Dietz
DEF
-
Ruessmann
DEF
-
Fischer
ATA
-
Hansi Mueller
MEI
-
Kaltz
DEF
-
Rummenigge
ATA
-
Flohe
MEI
-
Bonhof
MEI
-
Berti Vogts
DEF
-
Maier
GOL
Tunísia
Titulares
-
Dhiab
MEI
-
Ghommidh
MEI
-
Lahzami
ATA
-
Akid
ATA
-
Labidi
MEI
-
Ben Rehaiem
MEI
-
Kaabi
DEF
-
Jebali
DEF
-
Dhouib
DEF
-
Naili
GOL
-
Abdelmajid Chetali
TEC
-
Gasmi
MEI
Reservas
-
Bem Aziz
ATA
Arbitragem
Árbitro
Orosco Guerrero