Sobre a Partida
Mendoza, 11 de junho de 1978. A atmosfera no Estádio Ciudad de Mendoza era de um drama teatral. A Escócia, com seu coração guerreiro e uma reputação de "quase lá", enfrentava a formidável Holanda, vice-campeã de 74, ainda que sem Cruyff. Os "Tartan Army" precisavam de uma vitória por três gols de diferença para sonhar com a próxima fase, uma missão hercúlea contra a Laranja Mecânica de Rensenbrink, Krol e Johnny Rep.
O pesadelo escocês começou quando Rensenbrink abriu o placar de pênalti. O silêncio no setor escocês era palpável, mas Kenny Dalglish, com sua classe inconfundível, empatou pouco antes do intervalo, reacendendo a chama. O segundo tempo foi um vendaval azul. Logo aos 47 minutos, Archie Gemmill, em uma jogada antológica que driblou três defensores holandeses antes de encobrir o goleiro Jongbloed, marcou um gol que ecoaria na história das Copas – puro gênio! Joe Jordan ampliou, e a Escócia estava a um gol da glória, 3 a 1!
O Estádio explodia, a meta parecia possível. A Laranja, porém, resistia. Johnny Rep, com um disparo letal de fora da área, marcou o segundo da Holanda, dissipando os sonhos escoceses e selando o 3 a 2. Uma vitória memorável, épica, mas insuficiente para a Escócia. A Holanda, derrotada, mas classificada pelo saldo de gols, avançava. Para a Escócia, restava a dignidade de uma atuação heroica, com um gol de Gemmill que se tornaria lenda, e a eterna melancolia de uma glória que escapou por um triz.
O pesadelo escocês começou quando Rensenbrink abriu o placar de pênalti. O silêncio no setor escocês era palpável, mas Kenny Dalglish, com sua classe inconfundível, empatou pouco antes do intervalo, reacendendo a chama. O segundo tempo foi um vendaval azul. Logo aos 47 minutos, Archie Gemmill, em uma jogada antológica que driblou três defensores holandeses antes de encobrir o goleiro Jongbloed, marcou um gol que ecoaria na história das Copas – puro gênio! Joe Jordan ampliou, e a Escócia estava a um gol da glória, 3 a 1!
O Estádio explodia, a meta parecia possível. A Laranja, porém, resistia. Johnny Rep, com um disparo letal de fora da área, marcou o segundo da Holanda, dissipando os sonhos escoceses e selando o 3 a 2. Uma vitória memorável, épica, mas insuficiente para a Escócia. A Holanda, derrotada, mas classificada pelo saldo de gols, avançava. Para a Escócia, restava a dignidade de uma atuação heroica, com um gol de Gemmill que se tornaria lenda, e a eterna melancolia de uma glória que escapou por um triz.
Gols
34'
Rensenbrink
44'
Kenny Dalglish
47'
Gemmill
68'
Gemmill
71'
Rep
Escalações
Escócia
Titulares
-
Alistair Mc Leod
TEC
-
Forsyth
DEF
-
Kenny Dalglish
ATA
-
Jordan
ATA
-
Buchan
DEF
-
Donachie
DEF
-
Kennedy
DEF
-
Rioch
MEI
-
Gemmill
MEI
-
Hartford
MEI
-
Souness
MEI
-
Rough
GOL
Holanda
Titulares
-
Happel
TEC
-
Poortvliet
DEF
-
Jongbloed
GOL
-
Suurbier
DEF
-
Krol
DEF
-
Rijsbergen
DEF
-
Neeskens
MEI
-
Jansen
MEI
-
Rensenbrink
ATA
-
Van De Kerkhof
ATA
-
Rep
ATA
Reservas
-
Wildschut
DEF
-
Boskamp
MEI
Arbitragem
Árbitro
Linemayr
Árbitro
Linemayr