Sobre a Partida
Mendoza, 14 de junho de 1978. A atmosfera no Estádio Ciudad de Mendoza era de ansiedade palpável. O Brasil, tricampeão mundial, enfrentava um Peru valente e surpreendente, que vinha encantando a Copa da Argentina com um futebol ofensivo, liderado por craques como Teófilo Cubillas e César Cueto. Para a Seleção Canarinho, era um jogo de vida ou morte na segunda fase; cada gol seria crucial na corrida pelo saldo que poderia definir o finalista. O fantasma de um vexame assombrava, e a pressão era imensa.
O primeiro tempo foi um duelo tático intenso, com o Peru mostrando sua tradicional ginga e o Brasil buscando espaços, mas sem conseguir furar a defesa peruana. Foi na etapa final que o drama se intensificou. Aos 50 minutos, uma falta na área peruana resultou em pênalti. Nelinho, com sua perna direita potente, não deu chances a Quiroga, abrindo o placar e explodindo o lado verde-amarelo das arquibancadas. Mal a torcida se recompunha e, três minutos depois, Roberto Dinamite, o artilheiro vascaíno, apareceu para ampliar, capitalizando a pressão brasileira e mostrando seu faro de gol. A magia de Dirceu no meio-campo e a persistência de Zico (antes de ser substituído por Mendonça) mantinham o ritmo. Peru tentou reagir, mas a defesa brasileira se postava firme. Aos 72, Dinamite novamente! Com oportunismo inconfundível, ele selou a vitória por 3 a 0. Uma exibição de força que daria esperanças ao Brasil para a disputa do saldo de gols.
O primeiro tempo foi um duelo tático intenso, com o Peru mostrando sua tradicional ginga e o Brasil buscando espaços, mas sem conseguir furar a defesa peruana. Foi na etapa final que o drama se intensificou. Aos 50 minutos, uma falta na área peruana resultou em pênalti. Nelinho, com sua perna direita potente, não deu chances a Quiroga, abrindo o placar e explodindo o lado verde-amarelo das arquibancadas. Mal a torcida se recompunha e, três minutos depois, Roberto Dinamite, o artilheiro vascaíno, apareceu para ampliar, capitalizando a pressão brasileira e mostrando seu faro de gol. A magia de Dirceu no meio-campo e a persistência de Zico (antes de ser substituído por Mendonça) mantinham o ritmo. Peru tentou reagir, mas a defesa brasileira se postava firme. Aos 72, Dinamite novamente! Com oportunismo inconfundível, ele selou a vitória por 3 a 0. Uma exibição de força que daria esperanças ao Brasil para a disputa do saldo de gols.
Gols
15'
Dirceu
28'
Dirceu
73'
Zico
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Toninho Cerezo
MEI
-
Dirceu
MEI
-
Rodrigues Neto
MEI
-
Jorge Mendonça
MEI
-
Gil
ATA
-
Toninho Baiano
LAT
-
Batista
MEI
-
Oscar
DEF
-
Emerson Leão
GOL
-
Cláudio Coutinho
TEC
-
Roberto Dinamite
ATA
-
Amaral
DEF
Reservas
-
Zico
MEI
-
Chicão
MEI
Peru
Titulares
-
Velasquez
MEI
-
Oblitas
MEI
-
Manzo
DEF
-
Quiroga
GOL
-
Marcos Calderon
TEC
-
Diaz
DEF
-
La Rosa
ATA
-
Duarte
DEF
-
Cueto
MEI
-
Cubillas
ATA
-
Chumpitaz
DEF
-
Munante
ATA
Reservas
-
Navarro
DEF
-
Rojas
MEI
Arbitragem
Árbitro
Nicolae Rainea
Árbitro
Nicolae Rainea