Ramón Sánchez Pizjuán - Sevilha, Esp, ha
Sobre a Partida
Sevilha, 14 de junho de 1982. A Copa do Mundo na Espanha testemunhava a estreia mais aguardada: a Seleção Brasileira de Telê Santana, os 'Artistas do Futebol', contra a disciplinada União Soviética. A expectativa era gigantesca para ver em campo talentos como Zico, Falcão, Éder e o 'Doutor' Sócrates. Contudo, o que se viu foi um início de jogo tenso e um choque para os torcedores brasileiros, com a URSS, uma equipe forte e taticamente astuta, prometendo ser um teste rigoroso.
Aos 34 minutos do primeiro tempo, Andrei Bal silenciou o Ramón Sánchez Pizjuán, aproveitando um erro defensivo para colocar a URSS em vantagem. O Brasil, que parecia atordoado, batalhava contra a muralha defensiva soviética, liderada pelo lendário goleiro Rinat Dasayev. O tempo passava, e a bola teimava em não entrar, gerando angústia entre os apaixonados torcedores.
Até que, aos 75 minutos, a magia brasileira finalmente se fez presente. Sócrates, com sua elegância e frieza características, soltou um potente chute de fora da área que estufou as redes, igualando o placar e explodindo a torcida. A virada, no entanto, ainda estava por vir. Aos 88 minutos, Éder, o 'Canhão', desferiu um chute de rara felicidade, um ‘canhotaço’ indefensável que garantiu a vitória por 2 a 1. Um alívio imenso e a confirmação de que o 'futebol arte' ainda vivia, mesmo que com um susto inicial. A jornada rumo ao sonho do tetra começava com drama e glória.
Aos 34 minutos do primeiro tempo, Andrei Bal silenciou o Ramón Sánchez Pizjuán, aproveitando um erro defensivo para colocar a URSS em vantagem. O Brasil, que parecia atordoado, batalhava contra a muralha defensiva soviética, liderada pelo lendário goleiro Rinat Dasayev. O tempo passava, e a bola teimava em não entrar, gerando angústia entre os apaixonados torcedores.
Até que, aos 75 minutos, a magia brasileira finalmente se fez presente. Sócrates, com sua elegância e frieza características, soltou um potente chute de fora da área que estufou as redes, igualando o placar e explodindo a torcida. A virada, no entanto, ainda estava por vir. Aos 88 minutos, Éder, o 'Canhão', desferiu um chute de rara felicidade, um ‘canhotaço’ indefensável que garantiu a vitória por 2 a 1. Um alívio imenso e a confirmação de que o 'futebol arte' ainda vivia, mesmo que com um susto inicial. A jornada rumo ao sonho do tetra começava com drama e glória.
Gols
34'
Bal
75'
Sócrates
88'
Éder Aleixo
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Waldir Perez
GOL
-
Telê Santana
TEC
-
Luizinho
DEF
-
Serginho Chulapa
ATA
-
Dirceu
MEI
-
Leandro
DEF
-
Éder Aleixo
ATA
-
Falcão
VOL
-
Oscar
DEF
-
Júnior
LAT
-
Zico
MEI
-
Sócrates
MEC
Reservas
-
Paulo Isidoro
MEI
União Soviética
Titulares
-
Sulakvelidze
DEF
-
Blokhin
ATA
-
Shengelia
ATA
-
Gavrilov
ATA
-
Daraselia
MEI
-
Kostantin Beskov
TEC
-
Dassaiev
GOL
-
Demianenko
DEF
-
Chivadze
DEF
-
Baltacha
DEF
-
Bessonov
MEI
-
Bal
MEI
Reservas
-
Andreev
ATA
-
Susloparov
MEI
Arbitragem
Árbitro
Lama Castillo