Sobre a Partida
Na tarde de 18 de junho de 1982, em Sevilha, o mundo do futebol aguardava ansioso o segundo ato da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Espanha. Considerada por muitos a mais bela equipe de todos os tempos, o esquadrão de Telê Santana, com Zico, Sócrates, Falcão e Éder, enfrentava a aguerrida Escócia, um desafio em que a arte brasileira seria testada. A atmosfera no Estádio Benito Villamarín era elétrica.
A partida começou com um choque: aos 18 minutos, David Narey, com um toque inesperado, abriu o placar para os escoceses, silenciando a torcida e jogando um balde de água fria no 'joga bonito'. Mas a genialidade brasileira não demorou a florescer. Zico, o Galinho de Quintino, empatou em uma cobrança de falta magistral aos 33 minutos, um sinal de que o Brasil não se curvaria. Nos acréscimos do primeiro tempo, Oscar, de cabeça, virou o placar, trazendo o alívio necessário antes do intervalo.
No segundo tempo, a orquestra verde-amarela deu seu show. Éder, o 'Canhão', marcou um gol antológico, encobrindo o goleiro com uma cavadinha genial aos 63 minutos, um lance que se tornaria icônico. Já nos minutos finais, Falcão, o 'Rei de Roma', selou a vitória por 4 a 1 com um chute potente, coroando uma exibição de puro talento. A Escócia foi valente, mas sucumbiu à arte de um time que, embora não tenha levantado a taça, conquistou corações e gravou seu nome na história como sinônimo de futebol arte.
A partida começou com um choque: aos 18 minutos, David Narey, com um toque inesperado, abriu o placar para os escoceses, silenciando a torcida e jogando um balde de água fria no 'joga bonito'. Mas a genialidade brasileira não demorou a florescer. Zico, o Galinho de Quintino, empatou em uma cobrança de falta magistral aos 33 minutos, um sinal de que o Brasil não se curvaria. Nos acréscimos do primeiro tempo, Oscar, de cabeça, virou o placar, trazendo o alívio necessário antes do intervalo.
No segundo tempo, a orquestra verde-amarela deu seu show. Éder, o 'Canhão', marcou um gol antológico, encobrindo o goleiro com uma cavadinha genial aos 63 minutos, um lance que se tornaria icônico. Já nos minutos finais, Falcão, o 'Rei de Roma', selou a vitória por 4 a 1 com um chute potente, coroando uma exibição de puro talento. A Escócia foi valente, mas sucumbiu à arte de um time que, embora não tenha levantado a taça, conquistou corações e gravou seu nome na história como sinônimo de futebol arte.
Gols
18'
Narey
33'
Zico
48'
Oscar
63'
Éder Aleixo
87'
Falcão
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Waldir Perez
GOL
-
Toninho Cerezo
MEI
-
Luizinho
DEF
-
Telê Santana
TEC
-
Leandro
DEF
-
Éder Aleixo
ATA
-
Falcão
VOL
-
Sócrates
MEC
-
Zico
MEI
-
Júnior
LAT
-
Oscar
DEF
-
Serginho Chulapa
ATA
Reservas
-
Paulo Isidoro
MEI
Escócia
Titulares
-
Kenny Miller
ATA
-
Archibald
ATA
-
Wark
MEI
-
Narey
DEF
-
Gordon Strachan
MEI
-
Gray
DEF
-
Hansen
DEF
-
Jack Stein
TEC
-
Robertson
ATA
-
Souness
MEI
-
Hartford
MEI
-
Rough
GOL
Reservas
-
Mc Leish
DEF
-
Kenny Dalglish
ATA
Arbitragem
Árbitro
Luis Siles Calderon