Sobre a Partida
Na quente tarde de 19 de junho de 1982, o Estádio La Rosaleda, em Málaga, serviu de palco para um confronto de extremos na Copa do Mundo da Espanha. A União Soviética, uma das potências europeias com craques como o lendário Oleg Blokhin e o habilidoso Ramaz Shengelia, buscava consolidar sua posição após um empate inicial contra a Escócia. Do outro lado, a estreante e corajosa Nova Zelândia, um autêntico azarão, entrava em campo já sabendo do desafio hercúleo que enfrentava, em sua primeira e única participação até então.
Desde o apito inicial, a superioridade soviética se fez sentir. Com o maestro Yuriy Gavrilov ditando o ritmo no meio-campo e a segurança de Rinat Dasaev no gol, a pressão era constante. O primeiro grito de gol veio aos 29 minutos, com Gavrilov mostrando oportunismo para balançar as redes. Não demorou para que, aos 40, Ramaz Shengelia, com sua agilidade, ampliasse o placar, levando uma vantagem confortável para o intervalo.
Na segunda etapa, a "Máquina Vermelha" manteve o controle. Embora a Nova Zelândia lutasse com bravura, a diferença técnica era inegável. Aos 68 minutos, o craque Oleg Blokhin, com um toque de gênio, selou a vitória, marcando o terceiro gol e garantindo os pontos cruciais. Foi um triunfo esperado, que reafirmou as aspirações soviéticas no torneio e marcou mais um capítulo na valente, mas breve, jornada da Nova Zelândia em sua primeira Copa do Mundo. Um jogo que, embora sem surpresas, mostrou a hierarquia do futebol da época.
Desde o apito inicial, a superioridade soviética se fez sentir. Com o maestro Yuriy Gavrilov ditando o ritmo no meio-campo e a segurança de Rinat Dasaev no gol, a pressão era constante. O primeiro grito de gol veio aos 29 minutos, com Gavrilov mostrando oportunismo para balançar as redes. Não demorou para que, aos 40, Ramaz Shengelia, com sua agilidade, ampliasse o placar, levando uma vantagem confortável para o intervalo.
Na segunda etapa, a "Máquina Vermelha" manteve o controle. Embora a Nova Zelândia lutasse com bravura, a diferença técnica era inegável. Aos 68 minutos, o craque Oleg Blokhin, com um toque de gênio, selou a vitória, marcando o terceiro gol e garantindo os pontos cruciais. Foi um triunfo esperado, que reafirmou as aspirações soviéticas no torneio e marcou mais um capítulo na valente, mas breve, jornada da Nova Zelândia em sua primeira Copa do Mundo. Um jogo que, embora sem surpresas, mostrou a hierarquia do futebol da época.
Gols
24'
Gavrilov
48'
Blokhin
68'
Baltacha
Escalações
União Soviética
Titulares
-
Kostantin Beskov
TEC
-
Sulakvelidze
DEF
-
Blokhin
ATA
-
Shengelia
ATA
-
Gavrilov
ATA
-
Daraselia
MEI
-
Bal
MEI
-
Dassaiev
GOL
-
Bessonov
MEI
-
Baltacha
DEF
-
Chivadze
DEF
-
Demianenko
DEF
Reservas
-
Oganesian
MEI
-
Rodionov
ATA
Nova Zelândia
Titulares
-
Rufer
ATA
-
Woodin
ATA
-
Sumner
MEI
-
Mc Kay
MEI
-
Boath
MEI
-
Cresswell
LAE
-
Ricki Herbert
ZAD
-
Elrick
DEF
-
Cole
MEI
-
Van Hattum
GOL
-
John Adshead
TEC
-
Dods
DEF
Arbitragem
Árbitro
Youssef El-Ghoul