Benito Villamarín - Sevilla, Esp, ha
Sobre a Partida
Sevilha, Espanha. 23 de junho de 1982. Sob o calor andaluz, o Estádio Benito Villamarín fervia com a expectativa de ver a Seleção Brasileira, a "Máquina" de Telê Santana, desfilar seu futebol arte. Contra a estreante Nova Zelândia, a partida do Grupo F da Copa do Mundo era mais do que um jogo; era um espetáculo esperado, um teste de fogo para a magia de Zico, Sócrates, Falcão e Éder.
Desde o apito inicial, a orquestra brasileira ditou o ritmo, com toques refinados e movimentação envolvente. A resistência neozelandesa era valente, mas a genialidade canarinha era avassaladora. Aos 28 minutos, Zico, o "Galinho de Quintino", abriu o placar com um voleio sublime, a bola beijando a rede após um cruzamento perfeito. Pouco depois, aos 31, Zico novamente, numa pintura de bicicleta, ampliou, fazendo a torcida vibrar e a Nova Zelândia sentir o peso da história.
No segundo tempo, mesmo com a vantagem, o Brasil não tirou o pé. Falcão, o "Rei de Roma", marcou o terceiro aos 64 minutos, com sua característica arrancada e finalização potente. Para selar a goleada e coroar a exibição, Serginho Chulapa, aos 85, deixou sua marca, fechando o placar em 4 a 0. Não foi apenas uma vitória, foi uma declaração de intenções. Aquele Brasil, tão vibrante quanto efêmero, deixava claro seu propósito: encantar o mundo e buscar o tão sonhado tricampeonato, numa das mais belas e trágicas páginas da história das Copas.
Desde o apito inicial, a orquestra brasileira ditou o ritmo, com toques refinados e movimentação envolvente. A resistência neozelandesa era valente, mas a genialidade canarinha era avassaladora. Aos 28 minutos, Zico, o "Galinho de Quintino", abriu o placar com um voleio sublime, a bola beijando a rede após um cruzamento perfeito. Pouco depois, aos 31, Zico novamente, numa pintura de bicicleta, ampliou, fazendo a torcida vibrar e a Nova Zelândia sentir o peso da história.
No segundo tempo, mesmo com a vantagem, o Brasil não tirou o pé. Falcão, o "Rei de Roma", marcou o terceiro aos 64 minutos, com sua característica arrancada e finalização potente. Para selar a goleada e coroar a exibição, Serginho Chulapa, aos 85, deixou sua marca, fechando o placar em 4 a 0. Não foi apenas uma vitória, foi uma declaração de intenções. Aquele Brasil, tão vibrante quanto efêmero, deixava claro seu propósito: encantar o mundo e buscar o tão sonhado tricampeonato, numa das mais belas e trágicas páginas da história das Copas.
Gols
28'
Zico
31'
Zico
64'
Falcão
70'
Serginho Chulapa
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Waldir Perez
GOL
-
Serginho Chulapa
ATA
-
Toninho Cerezo
MEI
-
Luizinho
DEF
-
Telê Santana
TEC
-
Leandro
DEF
-
Éder Aleixo
ATA
-
Falcão
VOL
-
Sócrates
MEC
-
Zico
MEI
-
Júnior
LAT
-
Oscar
DEF
Reservas
-
Paulo Isidoro
MEI
-
Edinho
DEF
Nova Zelândia
Titulares
-
Dods
DEF
-
Rufer
ATA
-
Woodin
ATA
-
Sumner
MEI
-
Mc Kay
MEI
-
Boath
MEI
-
Cresswell
LAE
-
Ricki Herbert
ZAD
-
Almond
DEF
-
Elrick
DEF
-
Van Hattum
GOL
-
John Adshead
TEC
Reservas
-
Cole
MEI
-
Turner
ATA
Arbitragem
Árbitro
Damir Matovinovic