Sobre a Partida
Valencia, 28 de junho de 1982. Sob o sol escaldante da Espanha, o Estádio Luis Casanova testemunhava um embate crucial pela segunda fase da Copa do Mundo: Áustria contra a França. Para os Bleus, liderados pelo gênio Michel Platini, este era o pontapé inicial em um grupo traiçoeiro, onde um tropeço poderia ser fatal. A Áustria, com o experiente Herbert Prohaska e o artilheiro Hans Krankl, buscava reafirmar-se após campanhas respeitáveis.
O jogo mal havia começado quando o destino começou a sorrir para a França. Aos 4 minutos, uma falta frontal foi marcada. Bernard Genghini, com maestria e precisão cirúrgica, bateu de forma impecável, superando o goleiro austríaco e colocando os Bleus em vantagem. Um gol relâmpago que mudou o panorama da partida.
A partir daí, a Áustria, ferida em seu orgulho, partiu para cima, mas encontrou uma defesa francesa bem postada, comandada pela solidez de Marius Trésor e Maxime Bossis. Prohaska tentava orquestrar o meio-campo, e Krankl buscava espaços, mas a magia do 'carré magique' francês — Platini, Giresse, Tigana — controlava o ritmo e a posse. Mesmo sem ampliar, a França soube sofrer e segurar o placar mínimo.
Este 1 a 0 não foi apenas uma vitória, foi uma declaração de intenções. Marcou a confiança e a resiliência de uma seleção francesa que começava a vislumbrar as semifinais, pavimentando o caminho para uma das mais memoráveis trajetórias da Copa de 82. Uma partida que, embora apertada, foi estratégica e fundamental para o que viria a seguir.
O jogo mal havia começado quando o destino começou a sorrir para a França. Aos 4 minutos, uma falta frontal foi marcada. Bernard Genghini, com maestria e precisão cirúrgica, bateu de forma impecável, superando o goleiro austríaco e colocando os Bleus em vantagem. Um gol relâmpago que mudou o panorama da partida.
A partir daí, a Áustria, ferida em seu orgulho, partiu para cima, mas encontrou uma defesa francesa bem postada, comandada pela solidez de Marius Trésor e Maxime Bossis. Prohaska tentava orquestrar o meio-campo, e Krankl buscava espaços, mas a magia do 'carré magique' francês — Platini, Giresse, Tigana — controlava o ritmo e a posse. Mesmo sem ampliar, a França soube sofrer e segurar o placar mínimo.
Este 1 a 0 não foi apenas uma vitória, foi uma declaração de intenções. Marcou a confiança e a resiliência de uma seleção francesa que começava a vislumbrar as semifinais, pavimentando o caminho para uma das mais memoráveis trajetórias da Copa de 82. Uma partida que, embora apertada, foi estratégica e fundamental para o que viria a seguir.
Gols
39'
Genghini
Escalações
Áustria
Titulares
-
Hintermaier
MEI
-
Schachner
ATA
-
Jara
MEI
-
Prohaska
MEI
-
Hattenberger
MEI
-
Degeorgi
DEF
-
Pezzey
DEF
-
Krauss
DEF
-
Obermayer
DEF
-
Koncilia
GOL
-
Krankl
ATA
-
Georg Schmidt
TEC
Reservas
-
Baumeister
MEI
-
Welzil
ATA
França
Titulares
-
Ettori
GOL
-
Janvion
DEF
-
Tresor
DEF
-
Soler
ATA
-
Six
ATA
-
Michel Hidalgo
TEC
-
Battiston
DEF
-
Genghini
MEI
-
Giresse
MEI
-
Tigana
MEI
-
Bossis
DEF
-
Lacombe
ATA
Reservas
-
Rocheteau
ATA
-
René Girard
MEI
Arbitragem
Árbitro
Karolai Palotai
Árbitro
Karolai Palotai