Sobre a Partida
Guadalajara, 1º de junho de 1986. Sob o sol inclemente do México, a Seleção Brasileira estreava na Copa do Mundo, carregando o peso da desilusão de 82 e a esperança de um novo “joga bonito”. Do outro lado, a Espanha, sempre perigosa com nomes como Butragueño e Míchel, vinha disposta a surpreender. O Estádio Jalisco fervilhava, testemunha de um embate que se mostraria dramático e controverso.
O primeiro tempo foi um verdadeiro teste para os corações. Aos 26 minutos, a Espanha explodiu em fúria. Míchel, com um chute potente, viu a bola bater caprichosamente na trave, quicar claramente *dentro* do gol e voltar para o campo. Um gol legítimo, um “gol fantasma”, que a arbitragem suíça ignorou, calando o grito da Fúria e aumentando a tensão do duelo. A sorte sorria para o Brasil.
A Canarinho, com craques como Sócrates, Careca e o incansável Alemão no meio, buscava incessantemente a abertura do placar. Aos 62 minutos, a redenção veio. Em uma jogada persistente, Careca acertou a trave, mas o Doutor Sócrates, com sua inteligência tática e oportunismo, cabeceou o rebote para o fundo das redes de Arconada. O gol explodiu o estádio em júbilo, aliviando a pressão e selando uma vitória crucial por 1 a 0.
O Brasil vencia, mas a Espanha deixava o campo com a sensação de ter sido roubada pela história. Uma estreia com sabor amargo para um, e uma vitória suada e controversa para o outro, que marcaria o início da jornada brasileira no México.
O primeiro tempo foi um verdadeiro teste para os corações. Aos 26 minutos, a Espanha explodiu em fúria. Míchel, com um chute potente, viu a bola bater caprichosamente na trave, quicar claramente *dentro* do gol e voltar para o campo. Um gol legítimo, um “gol fantasma”, que a arbitragem suíça ignorou, calando o grito da Fúria e aumentando a tensão do duelo. A sorte sorria para o Brasil.
A Canarinho, com craques como Sócrates, Careca e o incansável Alemão no meio, buscava incessantemente a abertura do placar. Aos 62 minutos, a redenção veio. Em uma jogada persistente, Careca acertou a trave, mas o Doutor Sócrates, com sua inteligência tática e oportunismo, cabeceou o rebote para o fundo das redes de Arconada. O gol explodiu o estádio em júbilo, aliviando a pressão e selando uma vitória crucial por 1 a 0.
O Brasil vencia, mas a Espanha deixava o campo com a sensação de ter sido roubada pela história. Uma estreia com sabor amargo para um, e uma vitória suada e controversa para o outro, que marcaria o início da jornada brasileira no México.
Gols
62'
Sócrates
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Júnior
LAT
-
Edson Boaro
LAT
-
Telê Santana
TEC
-
Elzo
MEI
-
Casagrande
ATA
-
Alemão
MEI
-
Branco
LAE
-
Júlio César
DEF
-
Careca
ATA
-
Carlos
GOL
-
Edinho
DEF
-
Sócrates
MEC
Reservas
-
Falcão
VOL
-
Müller
ATA
Espanha
Titulares
-
Maceda
DEF
-
Francisco
MEI
-
Victor
MEI
-
Julio Alberto
DEF
-
Tomas
DEF
-
Goicoechea
DEF
-
Camacho
DEF
-
Miguel Munoz
TEC
-
Michel
MEI
-
Julio Salinas
ATA
-
Zubizarreta
GOL
-
Butragueno
ATA
Reservas
-
Senor
MEI
Arbitragem
Árbitro
C. Bamdridge