Sobre a Partida
O ar estava carregado de expectativa no Estádio Azteca em 3 de junho de 1986. A anfitriã México, impulsionada por uma nação, iniciava sua jornada na Copa do Mundo contra a sempre perigosa Bélgica de Enzo Scifo, Jan Ceulemans e do goleiro Jean-Marie Pfaff. O "Coliseu da Santa Úrsula" era um caldeirão de paixão azteca, e a pressão sobre os comandados de Bora Milutinović era imensa.
Mas foi o México quem rugiu primeiro. Aos 23 minutos, em uma jogada de bola parada, Fernando Quirarte subiu mais alto que a defesa belga para cabecear e explodir o Azteca. A atmosfera se tornou elétrica, e o craque Hugo Sánchez, o "Pentapichichi", começou a brilhar. Aos 39, em um lance de oportunismo e técnica, Sánchez ampliou, inflamando ainda mais a torcida. Parecia que a Bélgica seria engolida, mas os Diabos Vermelhos, conhecidos por sua resiliência, reagiram. Pouco antes do intervalo, Erwin Vandenbergh diminuiu, mantendo viva a esperança europeia e silenciando por um breve momento a euforia local.
O segundo tempo foi uma batalha tática e física, com a Bélgica buscando o empate e o México defendendo-se com garra, explorando contra-ataques. Apesar das investidas de Scifo e Ceulemans, a defesa mexicana segurou o resultado. O apito final confirmou a vitória por 2 a 1 para o México, um triunfo histórico para a seleção anfitriã, que iniciou sua Copa com o pé direito e encheu de orgulho o povo mexicano, lançando as bases para uma campanha memorável.
Mas foi o México quem rugiu primeiro. Aos 23 minutos, em uma jogada de bola parada, Fernando Quirarte subiu mais alto que a defesa belga para cabecear e explodir o Azteca. A atmosfera se tornou elétrica, e o craque Hugo Sánchez, o "Pentapichichi", começou a brilhar. Aos 39, em um lance de oportunismo e técnica, Sánchez ampliou, inflamando ainda mais a torcida. Parecia que a Bélgica seria engolida, mas os Diabos Vermelhos, conhecidos por sua resiliência, reagiram. Pouco antes do intervalo, Erwin Vandenbergh diminuiu, mantendo viva a esperança europeia e silenciando por um breve momento a euforia local.
O segundo tempo foi uma batalha tática e física, com a Bélgica buscando o empate e o México defendendo-se com garra, explorando contra-ataques. Apesar das investidas de Scifo e Ceulemans, a defesa mexicana segurou o resultado. O apito final confirmou a vitória por 2 a 1 para o México, um triunfo histórico para a seleção anfitriã, que iniciou sua Copa com o pé direito e encheu de orgulho o povo mexicano, lançando as bases para uma campanha memorável.
Gols
23'
Quirarte
39'
Hugo Sanchez
45'
Vandenbergh
Escalações
Bélgica
Titulares
-
Pfaff
GOL
-
Vercauteren
MEI
-
Broos
DEF
-
Desmet
ATA
-
Ceulemans
ATA
-
Gerets
DEF
-
Guy Thys
TEC
-
Scifo
MEI
-
Van Der Elst
MEI
-
De Wolf
DEF
-
Vandenbergh
ATA
-
Vandereycken
MEI
Reservas
-
Claesen
ATA
-
Demol
DEF
México
Titulares
-
Javier Aguirre
ATA
-
Flores
ATA
-
Tomás Boy
MEI
-
Munoz
MEI
-
Negrete
MEI
-
Hugo Sanchez
ATA
-
Bora Milutinovic
TEC
-
Larios
GOL
-
Quirarte
DEF
-
Cruz
DEF
-
Servin
DEF
-
Trejo
DEF
Reservas
-
Cruz
MEI
-
Espana
MEI
Arbitragem
Árbitro
Carlos Esposito