Sobre a Partida
A vasta tapeçaria verde do Estádio Azteca fervilhava sob o sol da Cidade do México em 7 de junho de 1986. A nação anfitriã, o México, recebia o Paraguai em um embate crucial pela fase de grupos da Copa do Mundo. A expectativa era palpável; com uma vitória, os anfitriões poderiam praticamente selar sua vaga. E a euforia explodiu logo aos 3 minutos, quando Fernando Quirarte, aproveitando uma cobrança de escanteio magistral de Manuel Negrete e um toque de cabeça de Hugo Sánchez, subiu mais alto que a defesa paraguaia para cabecear e abrir o placar, incendiando as arquibancadas.
O gol precoce parecia ditar o ritmo, com os 'El Tri' buscando ampliar, mas a defesa paraguaia, comandada por Rogelio Delgado, era um muro intransponível. A partida se tornou um duelo de xadrez, com os paraguaios, liderados pelo gênio Julio César Romero, o "Romerito", e pelo aguerrido Roberto Cabañas, espreitando por uma oportunidade. Romerito, maestro e artilheiro, era uma ameaça constante, seus dribles e visão de jogo desafiando a zaga mexicana.
Conforme o relógio avançava, a tensão aumentava. O México, talvez sentindo o peso da responsabilidade, recuava ligeiramente. E então, aos 85 minutos, o impensável aconteceu. Romerito, em um lampejo de pura magia, recebeu a bola, driblou e chutou com precisão cirúrgica, superando o goleiro Pablo Larios e silenciando o Azteca. O empate, um golpe duro para as pretensões mexicanas de classificação antecipada, mas um testamento da garra e do talento paraguaio, especialmente de seu camisa 10, que com um único toque, reescreveu o script do jogo. Um 1 a 1 que deixou a definição do Grupo B para a última rodada, com o Azteca testemunhando tanto a glória quanto a frustração em questão de segundos.
O gol precoce parecia ditar o ritmo, com os 'El Tri' buscando ampliar, mas a defesa paraguaia, comandada por Rogelio Delgado, era um muro intransponível. A partida se tornou um duelo de xadrez, com os paraguaios, liderados pelo gênio Julio César Romero, o "Romerito", e pelo aguerrido Roberto Cabañas, espreitando por uma oportunidade. Romerito, maestro e artilheiro, era uma ameaça constante, seus dribles e visão de jogo desafiando a zaga mexicana.
Conforme o relógio avançava, a tensão aumentava. O México, talvez sentindo o peso da responsabilidade, recuava ligeiramente. E então, aos 85 minutos, o impensável aconteceu. Romerito, em um lampejo de pura magia, recebeu a bola, driblou e chutou com precisão cirúrgica, superando o goleiro Pablo Larios e silenciando o Azteca. O empate, um golpe duro para as pretensões mexicanas de classificação antecipada, mas um testamento da garra e do talento paraguaio, especialmente de seu camisa 10, que com um único toque, reescreveu o script do jogo. Um 1 a 1 que deixou a definição do Grupo B para a última rodada, com o Azteca testemunhando tanto a glória quanto a frustração em questão de segundos.
Gols
3'
Flores
85'
Romerito
Escalações
México
Titulares
-
Trejo
DEF
-
Hugo Sanchez
ATA
-
Bora Milutinovic
TEC
-
Larios
GOL
-
Quirarte
DEF
-
Cruz
DEF
-
Servin
DEF
-
Negrete
MEI
-
Munoz
MEI
-
Tomás Boy
MEI
-
Javier Aguirre
ATA
-
Flores
ATA
Reservas
-
Cruz
MEI
-
Espana
MEI
Paraguai
Titulares
-
Fernandez
GOL
-
Schettina
DEF
-
Re
TEC
-
Toralez
DEF
-
Romerito
MEI
-
Cabanas
ATA
-
Delgado
DEF
-
Mendoza
ATA
-
Zabala
DEF
-
Nunez
MEI
-
Cañete
MEC
-
Ferreira
MEI
Reservas
-
Hicks
ATA
-
Guasch
MEI
Arbitragem
Árbitro
George Courtney