Jalisco - Guadalajara, Mé, co
Sobre a Partida
Em 12 de junho de 1986, o calor de Guadalajara testemunhava um Brasil sedento por glória na Copa do Mundo do México. Após o deslumbre e a decepção de 1982, a "Geração de Ouro" – com astros como Sócrates e um Careca em sua melhor forma – buscava consolidar sua força contra a aguerrida Irlanda do Norte. Do outro lado, sob as traves, a lenda Pat Jennings, em sua despedida dos Mundiais, preparava-se para o desafio.
A atmosfera no Estádio Jalisco era de expectativa. O Brasil, já classificado, queria a liderança do Grupo D. Aos 15 minutos, a genialidade brasileira se fez presente: Careca abriu o placar com oportunismo, inflamando a torcida. Antes do intervalo, ele não perdoou novamente, ampliando para 2 a 0, mostrando a voracidade do ataque verde-amarelo.
Mas o lance que eternizou a partida veio no segundo tempo. Aos 55 minutos, numa jogada magistral, onde Zico, recém-entrado no lugar de Sócrates, participou da construção, a bola sobrou para o lateral Josimar. Num rompante de inspiração, ele desferiu um míssil teleguiado de fora da área que estufou as redes de Jennings, um golaço antológico que ecoa até hoje.
O 3 a 0 final não foi apenas uma vitória; foi uma declaração de intenções. O Brasil avançava com moral máxima, e o mundo via um time que, apesar das lesões de Zico, ainda carregava a magia e a fome de campeão. A despedida de Jennings foi em grande estilo, enfrentando uma das maiores seleções da história.
A atmosfera no Estádio Jalisco era de expectativa. O Brasil, já classificado, queria a liderança do Grupo D. Aos 15 minutos, a genialidade brasileira se fez presente: Careca abriu o placar com oportunismo, inflamando a torcida. Antes do intervalo, ele não perdoou novamente, ampliando para 2 a 0, mostrando a voracidade do ataque verde-amarelo.
Mas o lance que eternizou a partida veio no segundo tempo. Aos 55 minutos, numa jogada magistral, onde Zico, recém-entrado no lugar de Sócrates, participou da construção, a bola sobrou para o lateral Josimar. Num rompante de inspiração, ele desferiu um míssil teleguiado de fora da área que estufou as redes de Jennings, um golaço antológico que ecoa até hoje.
O 3 a 0 final não foi apenas uma vitória; foi uma declaração de intenções. O Brasil avançava com moral máxima, e o mundo via um time que, apesar das lesões de Zico, ainda carregava a magia e a fome de campeão. A despedida de Jennings foi em grande estilo, enfrentando uma das maiores seleções da história.
Gols
15'
Careca
42'
Josimar
87'
Careca
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Júnior
LAT
-
Elzo
MEI
-
Alemão
MEI
-
Branco
LAE
-
Júlio César
DEF
-
Müller
ATA
-
Josimar
LAT
-
Carlos
GOL
-
Telê Santana
TEC
-
Edinho
DEF
-
Sócrates
MEC
-
Careca
ATA
Reservas
-
Zico
MEI
-
Casagrande
ATA
Irlanda do Norte
Titulares
-
Mc Donald
DEF
-
Stewart
ATA
-
O Neill
DEF
-
Donaghy
DEF
-
Jennings
GOL
-
Clarke
ATA
-
Whiteside
ATA
-
Mc Creery
MEI
-
Mc Ilroy
MEI
-
Nicholl
DEF
-
Bingham
TEC
-
Campbell
MEI
Reservas
-
Hamilton
ATA
-
Armstrong
ATA
Arbitragem
Árbitro
S. Kirschen