Sobre a Partida
Nas oitavas de final da Copa do Mundo de 1986, no México, o calor escaldante de Puebla serviu de cenário para um dos confrontos mais carregados de história e rivalidade do futebol sul-americano: Argentina versus Uruguai. Era 16 de junho e o Estádio Cuauhtémoc fervilhava, testemunha do eterno "Clásico del Río de la Plata", agora com o peso de uma vaga nas quartas de final.
A Argentina de Carlos Bilardo, impulsionada pela magia indomável de Diego Maradona, buscava afirmar sua candidatura ao título, mas o Uruguai, com a garra e o talento de Enzo Francescoli, jamais seria um adversário fácil. O jogo foi tenso, um verdadeiro embate de nervos e táticas.
Aos 42 minutos do primeiro tempo, o nó tático se desfez. Após uma jogada trabalhada, a bola sobrou para Pedro Pasculli, que com um arremate certeiro, estufou as redes de Fernando Álvez, levando a multidão albiceleste ao delírio. 1 a 0 para a Argentina, um placar magro, mas que trazia esperança.
O segundo tempo prometia drama, e entregou. Aos 69 minutos, a "Celeste" teve a chance de ouro: pênalti marcado. Enzo Francescoli, o "Príncipe", assumiu a responsabilidade. Mas Nery Pumpido, guardião argentino, cresceu no lance, defendendo a cobrança com maestria e mantendo a vantagem. Foi um momento de pura catarse para a Argentina, de desespero para o Uruguai.
O apito final selou a vitória magra, mas heroica. A Argentina avançava, mantendo vivo o sonho da glória mundial, impulsionada não só pela genialidade de Maradona, mas também pela resiliência demonstrada neste clássico inesquecível. O Uruguai, apesar da eliminação, vendeu caro a derrota, lutando até o último suspiro.
A Argentina de Carlos Bilardo, impulsionada pela magia indomável de Diego Maradona, buscava afirmar sua candidatura ao título, mas o Uruguai, com a garra e o talento de Enzo Francescoli, jamais seria um adversário fácil. O jogo foi tenso, um verdadeiro embate de nervos e táticas.
Aos 42 minutos do primeiro tempo, o nó tático se desfez. Após uma jogada trabalhada, a bola sobrou para Pedro Pasculli, que com um arremate certeiro, estufou as redes de Fernando Álvez, levando a multidão albiceleste ao delírio. 1 a 0 para a Argentina, um placar magro, mas que trazia esperança.
O segundo tempo prometia drama, e entregou. Aos 69 minutos, a "Celeste" teve a chance de ouro: pênalti marcado. Enzo Francescoli, o "Príncipe", assumiu a responsabilidade. Mas Nery Pumpido, guardião argentino, cresceu no lance, defendendo a cobrança com maestria e mantendo a vantagem. Foi um momento de pura catarse para a Argentina, de desespero para o Uruguai.
O apito final selou a vitória magra, mas heroica. A Argentina avançava, mantendo vivo o sonho da glória mundial, impulsionada não só pela genialidade de Maradona, mas também pela resiliência demonstrada neste clássico inesquecível. O Uruguai, apesar da eliminação, vendeu caro a derrota, lutando até o último suspiro.
Gols
42'
Pasculli
Escalações
Argentina
Titulares
-
Valdano
ATA
-
Ruggeri
DEF
-
Cuciuffo
DEF
-
Sergio Batista
VOL
-
Burruchaga
MEI
-
Giusti
MEI
-
Brown
DEF
-
Garre
DEF
-
Pumpido
GOL
-
Carlos Bilardo
TEC
-
Pasculli
ATA
-
Maradona
ATA
Reservas
-
Olarticoechea
DEF
Uruguai
Titulares
-
Cabrera
ATA
-
Santin
MEI
-
Acevedo
DEF
-
Darío Pereyra
DEF
-
Rivero
DEF
-
Alvez
GOL
-
Omar Borras
TEC
-
Gutierrez
ZAE
-
Barrios
MEI
-
Bossio
VOL
-
Ramos
ATA
-
Francescoli
MEC
Reservas
-
Ruben Paz
MEI
-
Da Silva
ATA
Arbitragem
Árbitro
Luigi Agnolin
Árbitro
Luigi Agnolin