Sobre a Partida
A quente Cidade do México, em 17 de junho de 1986, foi palco de um embate épico que marcou o fim de uma era e a ascensão de outra no futebol mundial. Pelas oitavas de final da Copa do Mundo, a Itália, então detentora do título mundial de 1982, enfrentava a França, campeã europeia de 1984 e dona de um futebol exuberante. Não era apenas um jogo, mas um choque de gerações e filosofias, um capítulo a mais na rica rivalidade europeia.
A "Squadra Azzurra" de Enzo Bearzot, com seus heróis envelhecidos como Gaetano Scirea, Bruno Conti e um Paolo Rossi que já não carregava o fogo de outrora, buscava reencontrar a magia. Do outro lado, a França, comandada pelo maestro Michel Platini, com seu "carré magique" – Jean Tigana, Alain Giresse e Luis Fernandez – prometia um espetáculo de técnica e velocidade.
Aos 15 minutos, a genialidade francesa brilhou. Em uma jogada rápida, Platini recebeu na área e, com a classe que o tornava um dos maiores de sua geração, abriu o placar, calando parte do Olímpico Universitário. A Itália tentou reagir, com Bergomi e Altobelli buscando espaços, mas a defesa francesa estava sólida.
No segundo tempo, aos 57 minutos, a fatalidade. Yannick Stopyra, aproveitando uma falha da zaga italiana, ampliou para a França, selando o destino da partida. Foi um golpe duro para a Itália, que via sua coroa esvair-se em campo. O apito final confirmou a vitória francesa por 2 a 0.
Aquele dia marcou o adeus amargo de uma geração gloriosa da Itália no cenário mundial e a consagração definitiva de uma talentosa França, que marchava em direção a sua própria lenda, sob o sol escaldante do México. Uma transição de poder memorável.
A "Squadra Azzurra" de Enzo Bearzot, com seus heróis envelhecidos como Gaetano Scirea, Bruno Conti e um Paolo Rossi que já não carregava o fogo de outrora, buscava reencontrar a magia. Do outro lado, a França, comandada pelo maestro Michel Platini, com seu "carré magique" – Jean Tigana, Alain Giresse e Luis Fernandez – prometia um espetáculo de técnica e velocidade.
Aos 15 minutos, a genialidade francesa brilhou. Em uma jogada rápida, Platini recebeu na área e, com a classe que o tornava um dos maiores de sua geração, abriu o placar, calando parte do Olímpico Universitário. A Itália tentou reagir, com Bergomi e Altobelli buscando espaços, mas a defesa francesa estava sólida.
No segundo tempo, aos 57 minutos, a fatalidade. Yannick Stopyra, aproveitando uma falha da zaga italiana, ampliou para a França, selando o destino da partida. Foi um golpe duro para a Itália, que via sua coroa esvair-se em campo. O apito final confirmou a vitória francesa por 2 a 0.
Aquele dia marcou o adeus amargo de uma geração gloriosa da Itália no cenário mundial e a consagração definitiva de uma talentosa França, que marchava em direção a sua própria lenda, sob o sol escaldante do México. Uma transição de poder memorável.
Gols
15'
Platini
57'
Stopyra
Escalações
Itália
Titulares
-
De Napoli
MEI
-
Galderisi
ATA
-
Conti
ATA
-
Altobelli
ATA
-
Baresi
MEI
-
Bagni
MEI
-
Scirea
DEF
-
Bergomi
DEF
-
Vierchowod
DEF
-
Enzo Bearzot
TEC
-
Galli
GOL
-
Cabrini
DEF
Reservas
-
Di Gennaro
MEI
-
Vialli
ATA
França
Titulares
-
Stopyra
ATA
-
Platini
MEC
-
Giresse
MEI
-
Tigana
MEI
-
Fernandez
MEI
-
Amoros
DEF
-
Bossis
DEF
-
Ayache
DEF
-
Battiston
DEF
-
Bats
GOL
-
Michel
TEC
-
Rocheteau
ATA
Reservas
-
Tusseau
DEF
-
Ferreri
MEI
Arbitragem
Árbitro
Carlos Esposito
Árbitro
Carlos Esposito