Universitário de Monterrey - Monterrey, Mé, co
Sobre a Partida
Era 17 de junho de 1986, e o palco, o Estádio Olímpico Universitário na Cidade do México, estava pronto para um duelo de contrastes nas oitavas de final da Copa do Mundo. De um lado, Marrocos, a sensação africana, que havia surpreendido o mundo ao liderar seu grupo, desafiando todas as expectativas. Do outro, a gigante Alemanha Ocidental, vice-campeã de 82, com sua máquina de guerra teutônica e estrelas como Rummenigge e Matthäus. A expectativa era de um confronto David contra Golias, com os Leões do Atlas buscando prolongar seu conto de fadas.
O Marrocos, liderado pelo seu imponente goleiro Badou Zaki, e com a genialidade de Timoumi e Bouderbala, montou uma barreira defensiva quase impenetável. Eles resistiram bravamente por quase 90 minutos, frustrando os ataques alemães, que contavam ainda com a força de Rudi Völler. A cada minuto que passava, a esperança marroquina crescia, a crença de que poderiam levar o jogo à prorrogação, ou até mais, era palpável. Zaki operava milagres, defendendo tudo o que vinha à sua meta.
Mas o futebol, por vezes, é cruel. Aos 88 minutos, quando a persistência africana parecia prestes a ser recompensada, a estrela alemã brilhou. Lothar Matthäus, em uma cobrança de falta magistral de longa distância, superou a barreira e o desespero de Zaki, encontrando o canto da rede. Um golpe fatal, frio e calculado. O sonho marroquino se desfez em um instante. A Alemanha avançou, mas o Marrocos saiu de cabeça erguida, tendo marcado seu nome na história como pioneiro do futebol africano em Copas do Mundo.
O Marrocos, liderado pelo seu imponente goleiro Badou Zaki, e com a genialidade de Timoumi e Bouderbala, montou uma barreira defensiva quase impenetável. Eles resistiram bravamente por quase 90 minutos, frustrando os ataques alemães, que contavam ainda com a força de Rudi Völler. A cada minuto que passava, a esperança marroquina crescia, a crença de que poderiam levar o jogo à prorrogação, ou até mais, era palpável. Zaki operava milagres, defendendo tudo o que vinha à sua meta.
Mas o futebol, por vezes, é cruel. Aos 88 minutos, quando a persistência africana parecia prestes a ser recompensada, a estrela alemã brilhou. Lothar Matthäus, em uma cobrança de falta magistral de longa distância, superou a barreira e o desespero de Zaki, encontrando o canto da rede. Um golpe fatal, frio e calculado. O sonho marroquino se desfez em um instante. A Alemanha avançou, mas o Marrocos saiu de cabeça erguida, tendo marcado seu nome na história como pioneiro do futebol africano em Copas do Mundo.
Gols
87'
Lothar Matthaüs
87'
Lothar Matthaüs
Escalações
Marrocos
Titulares
-
Dolmy
MEI
-
Krimau
ATA
-
Timoumi
MEI
-
El Haddaoui
MEI
-
Bouderbala
MEI
-
Khairi
MEI
-
Bouyahyaoui
DEF
-
Lamris
DEF
-
Khalifa
DEF
-
Ouadani
DEF
-
Badou
GOL
-
José Faria
TEC
Alemanha
Titulares
-
Jakobs
LAE
-
Eder
DEF
-
Felix Magath
MEC
-
Allofs
ATA
-
Rummenigge
ATA
-
Foerster
DEF
-
Briegel
DEF
-
Schumacher
GOL
-
Lothar Matthaüs
MEI
-
Beckenbauer
TEC
-
Voeller
ATA
-
Berthold
DEF
-
Lothar Matthaüs
MEI
Reservas
-
Littbarski
MEI
Arbitragem
Árbitro
Zoran Petrovic
Árbitro
Zoran Petrovic