Sobre a Partida
Em 10 de junho de 1990, no majestoso Stadio Delle Alpi em Turim, a Seleção Brasileira estreava na Copa do Mundo da Itália sob um misto de expectativa e apreensão. Longe dos encantos do "futebol-arte" de Telê Santana, a equipe de Sebastião Lazaroni, com seu controverso esquema 3-5-2 e a dependência da dupla Careca-Müller no ataque, tinha a missão de quebrar um jejum de 20 anos sem títulos. O adversário, a Suécia, era um time aguerrido, conhecido por sua organização tática e força física, representado por nomes como Tomas Brolin e Glenn Strömberg.
O jogo, válido pelo Grupo C, começou com o Brasil buscando impor seu ritmo. Aos 40 minutos do primeiro tempo, Careca, o camisa 9, mostrou seu faro de gol, recebendo um passe de Alemão e finalizando com precisão para abrir o placar. O alívio foi palpável, mas a Suécia não se abateu. No segundo tempo, em um momento de desatenção da defesa canarinho, Brolin empatou, lançando um balde de água fria na torcida brasileira. O drama se instalava.
Mas Careca, a estrela da noite, não deixaria a vitória escapar. Aos 18 minutos da segunda etapa, em uma jogada rápida, ele apareceu novamente para balançar as redes, garantindo o 2 a 1 e a vitória na estreia. Apesar dos três pontos, o desempenho, por vezes burocrático, deixava a sensação de que a jornada rumo ao tetracampeonato seria mais árdua do que o esperado. Uma vitória sofrida, que marcou o início de uma Copa onde o pragmatismo muitas vezes suplantou a poesia.
O jogo, válido pelo Grupo C, começou com o Brasil buscando impor seu ritmo. Aos 40 minutos do primeiro tempo, Careca, o camisa 9, mostrou seu faro de gol, recebendo um passe de Alemão e finalizando com precisão para abrir o placar. O alívio foi palpável, mas a Suécia não se abateu. No segundo tempo, em um momento de desatenção da defesa canarinho, Brolin empatou, lançando um balde de água fria na torcida brasileira. O drama se instalava.
Mas Careca, a estrela da noite, não deixaria a vitória escapar. Aos 18 minutos da segunda etapa, em uma jogada rápida, ele apareceu novamente para balançar as redes, garantindo o 2 a 1 e a vitória na estreia. Apesar dos três pontos, o desempenho, por vezes burocrático, deixava a sensação de que a jornada rumo ao tetracampeonato seria mais árdua do que o esperado. Uma vitória sofrida, que marcou o início de uma Copa onde o pragmatismo muitas vezes suplantou a poesia.
Gols
40'
Careca
63'
Careca
79'
Brolin
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Sebastião Lazaroni
TEC
-
Jorginho
LAD
-
Dunga
VOL
-
Alemão
MEI
-
Branco
LAE
-
Ricardo Gomes
ZAE
-
Mauro Galvão
DEF
-
Taffarel
GOL
-
Müller
ATA
-
Valdo
MEI
-
Careca
ATA
-
Mozer
DEF
Reservas
-
Silas
MEC
Suécia
Titulares
-
Limpar
MEI
-
Nordin
TEC
-
Larsson
ZAD
-
Nilsson
MEI
-
Magnusson
ATA
-
Ingesson
MEI
-
Thern
MEI
-
Brolin
MEI
-
Schwarz
DEF
-
Ljung
DEF
-
Nilsson
DEF
-
Ravelli
GOL
Reservas
-
Stromberg
MEI
-
Petterson
ATA
Arbitragem
Árbitro
Tulio Lanese