Sobre a Partida
Em uma Copa do Mundo de 1990 na Itália, que se desenhava mais tática do que poética, o Brasil de Sebastião Lazaroni, ainda buscando a identidade com seu 3-5-2, enfrentava um adversário surpreendente. No Stadio delle Alpi, em Turim, a Seleção Canarinho tinha pela frente a Costa Rica, uma estreante que chocara o mundo ao vencer a Escócia. A equipe de Dunga e Taffarel, já com uma vitória sobre a Suécia, buscava a classificação antecipada no Grupo C.
O jogo, disputado sob a tensão e o calor italiano, foi um reflexo daquele Mundial: poucas chances claras, muita marcação e um toque de drama a cada ataque. A Costa Rica, liderada pelo goleiro Gabelo Conejo e com a velocidade de Hernán Medford, resistia bravamente. Mas a classe individual brasileira prevaleceu aos 33 minutos do primeiro tempo. Em um lance de oportunismo e técnica apurada, Careca, o centroavante de faro goleador, encontrou as redes, levando a torcida ao delírio e aliviando a pressão.
A vantagem mínima permaneceu até o apito final, com o Brasil segurando o ímpeto dos “Ticos” e confirmando sua vaga nas oitavas. Não foi o 'futebol arte' clássico, mas uma vitória suada que demonstrava a solidez defensiva daquele time, apesar das críticas à sua falta de brilho. A Costa Rica, por sua vez, saía de campo derrotada, mas com a cabeça erguida, cimentando seu legado de azarão destemido no cenário mundial.
O jogo, disputado sob a tensão e o calor italiano, foi um reflexo daquele Mundial: poucas chances claras, muita marcação e um toque de drama a cada ataque. A Costa Rica, liderada pelo goleiro Gabelo Conejo e com a velocidade de Hernán Medford, resistia bravamente. Mas a classe individual brasileira prevaleceu aos 33 minutos do primeiro tempo. Em um lance de oportunismo e técnica apurada, Careca, o centroavante de faro goleador, encontrou as redes, levando a torcida ao delírio e aliviando a pressão.
A vantagem mínima permaneceu até o apito final, com o Brasil segurando o ímpeto dos “Ticos” e confirmando sua vaga nas oitavas. Não foi o 'futebol arte' clássico, mas uma vitória suada que demonstrava a solidez defensiva daquele time, apesar das críticas à sua falta de brilho. A Costa Rica, por sua vez, saía de campo derrotada, mas com a cabeça erguida, cimentando seu legado de azarão destemido no cenário mundial.
Gols
33'
Müller
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Sebastião Lazaroni
TEC
-
Jorginho
LAD
-
Dunga
VOL
-
Alemão
MEI
-
Branco
LAE
-
Ricardo Gomes
ZAE
-
Mauro Galvão
DEF
-
Taffarel
GOL
-
Müller
ATA
-
Valdo
MEI
-
Careca
ATA
-
Mozer
DEF
Reservas
-
Bebeto
ATA
-
Silas
MEC
Costa Rica
Titulares
-
Chavarria
DEF
-
Gomez
MEI
-
Marchena
MEI
-
Jara
ATA
-
Cayasso
ATA
-
Chaves
DEF
-
Montero
DEF
-
Flores
DEF
-
Conejo
GOL
-
Óscar Ramírez
MEI
-
Gonzalez
MEI
-
Bora Milutinovic
TEC
Reservas
-
Francis
ATA
-
Guimaraes
MEI
Arbitragem
Árbitro
Neji Jouini