Sobre a Partida
Na ensolarada tarde de 17 de junho de 1990, em Verona, o palco estava montado para um embate crucial na Copa do Mundo da Itália. De um lado, a talentosa Bélgica, semifinalista em 1986 e sedenta por afirmar sua nova geração de ouro. Do outro, o bicampeão Uruguai, a "Garra Charrúa" de Enzo Francescoli e Rubén Sosa, buscando recuperar o prestígio perdido em solo europeu. A partida, válida pelo Grupo E, prometia um choque de estilos.
Desde o apito inicial, a superioridade técnica belga impôs-se. Aos 11 minutos, Leo Clijsters converteu um pênalti com frieza, abrindo o placar e inflamando o Bentegodi. Não demorou para Enzo Scifo, o maestro belga, ampliar com um lance de pura genialidade aos 22 minutos, um golaço que deixou os uruguaios atônitos. O futebol fluido e envolvente dos "Diabos Vermelhos" contrastava com a busca uruguaia pela organização defensiva.
No entanto, a "garra" charrúa nunca morre. No segundo tempo, o Uruguai buscou a reação, impulsionado pela genialidade de Francescoli. Aos 74 minutos, a esperança se acendeu quando o próprio "Príncipe" cobrou um pênalti com maestria, diminuindo a diferença e colocando fogo na partida. Os últimos minutos foram de tensão, com o Uruguai pressionando em busca do empate. Mas, já nos acréscimos, o capitão Jan Ceulemans selou a vitória belga por 3 a 1, garantindo a classificação para as oitavas de final e deixando a Celeste em situação delicada. Um triunfo que solidificou a reputação daquela Bélgica como uma força a ser respeitada.
Desde o apito inicial, a superioridade técnica belga impôs-se. Aos 11 minutos, Leo Clijsters converteu um pênalti com frieza, abrindo o placar e inflamando o Bentegodi. Não demorou para Enzo Scifo, o maestro belga, ampliar com um lance de pura genialidade aos 22 minutos, um golaço que deixou os uruguaios atônitos. O futebol fluido e envolvente dos "Diabos Vermelhos" contrastava com a busca uruguaia pela organização defensiva.
No entanto, a "garra" charrúa nunca morre. No segundo tempo, o Uruguai buscou a reação, impulsionado pela genialidade de Francescoli. Aos 74 minutos, a esperança se acendeu quando o próprio "Príncipe" cobrou um pênalti com maestria, diminuindo a diferença e colocando fogo na partida. Os últimos minutos foram de tensão, com o Uruguai pressionando em busca do empate. Mas, já nos acréscimos, o capitão Jan Ceulemans selou a vitória belga por 3 a 1, garantindo a classificação para as oitavas de final e deixando a Celeste em situação delicada. Um triunfo que solidificou a reputação daquela Bélgica como uma força a ser respeitada.
Gols
16'
Clijsters
22'
Scifo
48'
Ceulemans
74'
Bengoechea
Escalações
Bélgica
Titulares
-
Ceulemans
ATA
-
Grun
DEF
-
De Wolf
DEF
-
Van Der Elst
MEI
-
Scifo
MEI
-
Guy Thys
TEC
-
Gerets
DEF
-
Demol
DEF
-
Versavel
MEI
-
Clijsters
MEI
-
Degryse
ATA
-
Preudhomme
GOL
Reservas
-
Vervoort
DEF
-
Emmers
MEI
Uruguai
Titulares
-
Francescoli
MEC
-
Ruben Paz
MEI
-
Gutierrez
ZAE
-
Dominguez
ZAE
-
Perdomo
MEI
-
De León
ZAE
-
Alvez
GOL
-
Ruben Sosa
ATA
-
Alzamendi
ATA
-
Óscar Tabárez
TEC
-
Ostolaza
MEI
-
José Herrera
VOL
Reservas
-
Aguilera
ATA
-
Bengoechea
MEI
Arbitragem
Árbitro
Siegfried Kirschen