Sobre a Partida
Palermo, 17 de junho de 1990. Um calor siciliano abafava o Stadio La Favorita, enquanto duas nações ansiavam por um momento de glória na Copa do Mundo. De um lado, a vibrante Irlanda de Jack Charlton, em sua primeira participação, alimentada pela paixão de sua torcida. Do outro, o Egito, que retornava ao palco mundial após 56 anos, sob o comando tático de Mahmoud El-Gohary, com a promessa de uma defesa intransponível.
Era um confronto do Grupo F, que já ganhava a infame reputação de 'grupo da morte pelo tédio'. O jogo prometia ser uma batalha tática, e entregou exatamente isso. A Irlanda, com sua abordagem direta e física, tentava furar o bloqueio egípcio, impulsionada por nomes como Paul McGrath, a rocha na defesa, e o incansável Ray Houghton no meio-campo. Gritos de “COME ON YOU BOYS IN GREEN!” ecoavam, mas as tentativas esbarravam na solidez defensiva dos Faraós. O goleiro egípcio Ahmed Shobair, um gigante entre as traves, comandava sua área com maestria, enquanto Hany Ramzy desarmava com precisão.
Lances de perigo foram raros. A Irlanda teve algumas bolas alçadas na área, a especialidade de Frank Stapleton, mas sem a mira desejada. O Egito, por sua vez, apostava em contra-ataques esporádicos, buscando a velocidade, mas o goleiro irlandês Packie Bonner era uma presença imponente. O zero a zero persistia, refletindo a cautela e a disciplina tática de ambas as equipes. Ao apito final, o placar imaculado confirmava a expectativa: um ponto para cada, mas uma sensação agridoce para a Irlanda, que buscava mais, e um feito defensivo notável para o renascido Egito.
Era um confronto do Grupo F, que já ganhava a infame reputação de 'grupo da morte pelo tédio'. O jogo prometia ser uma batalha tática, e entregou exatamente isso. A Irlanda, com sua abordagem direta e física, tentava furar o bloqueio egípcio, impulsionada por nomes como Paul McGrath, a rocha na defesa, e o incansável Ray Houghton no meio-campo. Gritos de “COME ON YOU BOYS IN GREEN!” ecoavam, mas as tentativas esbarravam na solidez defensiva dos Faraós. O goleiro egípcio Ahmed Shobair, um gigante entre as traves, comandava sua área com maestria, enquanto Hany Ramzy desarmava com precisão.
Lances de perigo foram raros. A Irlanda teve algumas bolas alçadas na área, a especialidade de Frank Stapleton, mas sem a mira desejada. O Egito, por sua vez, apostava em contra-ataques esporádicos, buscando a velocidade, mas o goleiro irlandês Packie Bonner era uma presença imponente. O zero a zero persistia, refletindo a cautela e a disciplina tática de ambas as equipes. Ao apito final, o placar imaculado confirmava a expectativa: um ponto para cada, mas uma sensação agridoce para a Irlanda, que buscava mais, e um feito defensivo notável para o renascido Egito.
Escalações
Irlanda
Titulares
-
Charlton
TEC
-
Aldridge
ATA
-
Sheedy
MEI
-
Staunton
DEF
-
Morris
DEF
-
Moran
DEF
-
Mc Carthy
DEF
-
Cascarino
ATA
-
Houghton
MEI
-
Townsend
MEI
-
Mc Grath
DEF
-
Bonner
GOL
Reservas
-
Mc Loughlin
ATA
-
Quinn
ATA
Egito
Titulares
-
Hassan
ATA
-
Abdou
ATA
-
Tolba
DEF
-
Abed El Ghani
MEI
-
Yakan
MEI
-
Hassan
MEI
-
Yasseen
DEF
-
Ramzy
DEF
-
Shobeir
GOL
-
Mohamed
GOL
-
Mahmoud El Gohary
TEC
-
Oraby
MEI
Reservas
-
Abed El Hamid
MEI
-
Abou Zeid
ATA
Arbitragem
Árbitro
Marcel Van Langenhore