Sobre a Partida
No coração de Roma, sob o crepitar da paixão Azzurra, a tarde de 19 de junho de 1990 prometia mais um capítulo da jornada italiana na sua própria Copa do Mundo. Já classificadas, Itália e Tchecoslováquia duelavam pela liderança do Grupo A, um embate que, embora não eliminatório, ditava o ritmo e a confiança para as fases seguintes. A Itália, anfitriã e favorita, buscava consolidar sua impecável defesa e o surgimento de novos talentos.
A explosão veio logo aos 9 minutos: Salvatore 'Totò' Schillaci, o artilheiro improvável que roubava a cena com sua entrega e faro de gol, escorou de cabeça um cruzamento preciso de Giannini, balançando as redes e incendiando o Stadio Olimpico. O 'Piccolo Príncipe' de Palermo confirmava ser a grande revelação do torneio.
Mas o lance que eternizaria o confronto veio dos pés mágicos de Roberto Baggio. Aos 78 minutos, em uma arrancada sublime que partiu do meio-campo, Baggio driblou adversários com uma elegância desconcertante, avançou em velocidade e, com um toque sutil e preciso, tirou o goleiro Jan Stejskal da jogada para marcar um dos gols mais bonitos daquela Copa. Um golaço que selou a vitória e apresentou Baggio ao mundo como a estrela que viria a ser. Com Walter Zenga intacto no gol e uma defesa sólida liderada por nomes como Franco Baresi e Paolo Maldini, a Itália de Azeglio Vicini confirmava sua hegemonia no grupo. O 2 a 0 sobre uma resistente Tchecoslováquia não foi apenas uma vitória; foi uma declaração de intenções, um aviso de que a Azzurra estava pronta para voos mais altos em casa.
A explosão veio logo aos 9 minutos: Salvatore 'Totò' Schillaci, o artilheiro improvável que roubava a cena com sua entrega e faro de gol, escorou de cabeça um cruzamento preciso de Giannini, balançando as redes e incendiando o Stadio Olimpico. O 'Piccolo Príncipe' de Palermo confirmava ser a grande revelação do torneio.
Mas o lance que eternizaria o confronto veio dos pés mágicos de Roberto Baggio. Aos 78 minutos, em uma arrancada sublime que partiu do meio-campo, Baggio driblou adversários com uma elegância desconcertante, avançou em velocidade e, com um toque sutil e preciso, tirou o goleiro Jan Stejskal da jogada para marcar um dos gols mais bonitos daquela Copa. Um golaço que selou a vitória e apresentou Baggio ao mundo como a estrela que viria a ser. Com Walter Zenga intacto no gol e uma defesa sólida liderada por nomes como Franco Baresi e Paolo Maldini, a Itália de Azeglio Vicini confirmava sua hegemonia no grupo. O 2 a 0 sobre uma resistente Tchecoslováquia não foi apenas uma vitória; foi uma declaração de intenções, um aviso de que a Azzurra estava pronta para voos mais altos em casa.
Gols
9'
Schillaci
78'
Baggio
Escalações
Itália
Titulares
-
Baggio
ATA
-
Bergomi
DEF
-
Schillaci
ATA
-
Giannini
MEI
-
De Napoli
MEI
-
Ferri
DEF
-
Maldini
DEF
-
Zenga
GOL
-
Azeglio Vicini
TEC
-
Baresi
DEF
-
Donadoni
MEI
-
Berti
MEI
Reservas
-
De Agostini
DEF
-
Vierchowod
DEF
Tchecoslováquia
Titulares
-
Chovanec
MEI
-
Skuhravy
ATA
-
Knoflicek
ATA
-
Vladimir Weiss
MEI
-
Hasek
MEI
-
Moravcik
MEI
-
Nemecek
MEI
-
Michal Bilek
DEF
-
Kadlec
DEF
-
Stejskal
GOL
-
Jozef Venglos
TEC
-
Kinier
DEF
Reservas
-
Griga
ATA
-
Bielik
DEF
Arbitragem
Árbitro
Joël Quiniou