Stanford University Stadium - Outros, Ou, os
Sobre a Partida
Em 20 de junho de 1994, sob o sol escaldante de Palo Alto, Califórnia, a Seleção Brasileira dava o pontapé inicial em sua busca incessante pelo tetracampeonato mundial. A expectativa era gigantesca, uma nação inteira ansiava pelo fim de um jejum de 24 anos. Contra a jovem Rússia, que fazia sua primeira aparição em Copas do Mundo como nação independente, o Brasil de Parreira sabia que cada passo seria escrutinado.
O Estádio Stanford fervia, um caldeirão verde e amarelo. A pressão inicial era palpável, mas a genialidade individual começou a desenhar o caminho. Aos 26 minutos do primeiro tempo, após uma cobrança de escanteio precisa, Romário, o "Baixinho" implacável, subiu mais alto que a zaga russa e testou para abrir o placar, explodindo a torcida. Um gol que liberava o grito entalado na garganta.
No segundo tempo, a certeza da vitória veio dos pés do capitão. Após uma jogada ofensiva, o árbitro assinalou pênalti. Raí, o talentoso meio-campo, assumiu a responsabilidade e, com frieza, converteu a penalidade, ampliando para 2 a 0 aos 52 minutos. O placar assegurava a vitória e a tranquilidade para o Brasil de Dunga, Bebeto e Taffarel. Aquele jogo era mais que uma vitória; era a afirmação de que o Brasil estava no caminho certo, um prenúncio do que estava por vir. O tetra começava a ser construído naquele gramado californiano.
O Estádio Stanford fervia, um caldeirão verde e amarelo. A pressão inicial era palpável, mas a genialidade individual começou a desenhar o caminho. Aos 26 minutos do primeiro tempo, após uma cobrança de escanteio precisa, Romário, o "Baixinho" implacável, subiu mais alto que a zaga russa e testou para abrir o placar, explodindo a torcida. Um gol que liberava o grito entalado na garganta.
No segundo tempo, a certeza da vitória veio dos pés do capitão. Após uma jogada ofensiva, o árbitro assinalou pênalti. Raí, o talentoso meio-campo, assumiu a responsabilidade e, com frieza, converteu a penalidade, ampliando para 2 a 0 aos 52 minutos. O placar assegurava a vitória e a tranquilidade para o Brasil de Dunga, Bebeto e Taffarel. Aquele jogo era mais que uma vitória; era a afirmação de que o Brasil estava no caminho certo, um prenúncio do que estava por vir. O tetra começava a ser construído naquele gramado californiano.
Gols
26'
Romário
52'
Raí
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Carlos Alberto Parreira
TEC
-
Leonardo
LAE
-
Jorginho
LAD
-
Zinho
MEC
-
Márcio Santos
DEF
-
Mauro Silva
VOL
-
Dunga
VOL
-
Ricardo Rocha
ZAD
-
Bebeto
ATA
-
Taffarel
GOL
-
Romário
ATA
-
Raí
MEC
Reservas
-
Aldair
DEF
-
Mazinho
VOL
Rússia
Titulares
-
Radchenko
ATA
-
Yuran
ATA
-
Piatnitski
MEI
-
Tsymbalar
MEI
-
Valeri Karpin
MEI
-
Nikiforov
DEF
-
Kuznetsov
DEF
-
Ternavski
DEF
-
Khlestov
DEF
-
Gorlukovich
DEF
-
Kharin
GOL
-
Pavel Fyodorov Sadyrin
TEC
Reservas
-
Salenko
ATA
-
Borodiuk
MEI
Arbitragem
Árbitro
Lim Kee Chon An-Yan