Sobre a Partida
No caldeirão de Dallas, sob um sol escaldante em 9 de julho de 1994, o mundo testemunhou um dos duelos mais eletrizantes da Copa. Um Brasil sedento pelo tetracampeonato enfrentava a sempre inventiva Holanda, um clássico embate de estilos e uma rivalidade crescente em Copas do Mundo. O primeiro tempo foi um duelo tático, tenso, com poucas chances claras, um tabuleiro de xadrez onde a paciência ditava o ritmo, com a torcida apreensiva no Cotton Bowl.
Mas o segundo tempo explodiu! Aos 53 minutos, Romário, o 'Baixinho' endiabrado, apareceu como um raio para escorar o cruzamento de Jorginho e abrir o placar. Aos 63, Bebeto, após passe genial de Romário, driblou o goleiro e marcou, imortalizando a celebração do 'nana nenê', dedicada ao seu filho recém-nascido, Mattheus. O Brasil parecia ter o controle.
Contudo, a Oranje mostrou seu coração. Dennis Bergkamp, com sua classe inconfundível, diminuiu aos 64, e Aron Winter, de cabeça, silenciou o estádio aos 76, empatando o jogo em uma reviravolta dramática! A tensão era palpável, mas o Brasil tinha mais uma carta na manga. Aos 81 minutos, numa cobrança de falta frontal, Branco soltou uma bomba de canhota que estufou as redes de De Goeij, colocando a Seleção novamente à frente. Foi um jogaço épico, um triunfo da raça e da genialidade brasileira por 3 a 2, um passo gigantesco rumo ao tetra.
Mas o segundo tempo explodiu! Aos 53 minutos, Romário, o 'Baixinho' endiabrado, apareceu como um raio para escorar o cruzamento de Jorginho e abrir o placar. Aos 63, Bebeto, após passe genial de Romário, driblou o goleiro e marcou, imortalizando a celebração do 'nana nenê', dedicada ao seu filho recém-nascido, Mattheus. O Brasil parecia ter o controle.
Contudo, a Oranje mostrou seu coração. Dennis Bergkamp, com sua classe inconfundível, diminuiu aos 64, e Aron Winter, de cabeça, silenciou o estádio aos 76, empatando o jogo em uma reviravolta dramática! A tensão era palpável, mas o Brasil tinha mais uma carta na manga. Aos 81 minutos, numa cobrança de falta frontal, Branco soltou uma bomba de canhota que estufou as redes de De Goeij, colocando a Seleção novamente à frente. Foi um jogaço épico, um triunfo da raça e da genialidade brasileira por 3 a 2, um passo gigantesco rumo ao tetra.
Gols
51'
Romário
62'
Bebeto
64'
Bergkamp
76'
Winter
80'
Branco
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Carlos Alberto Parreira
TEC
-
Jorginho
LAD
-
Zinho
MEC
-
Márcio Santos
DEF
-
Mauro Silva
VOL
-
Dunga
VOL
-
Aldair
DEF
-
Bebeto
ATA
-
Mazinho
VOL
-
Branco
LAE
-
Taffarel
GOL
-
Romário
ATA
Reservas
-
Raí
MEC
-
Cafu
LAD
Holanda
Titulares
-
Van Vossen
ATA
-
Witschge
MEI
-
Rijkaard
MEI
-
Valckx
DEF
-
Ronald Koeman
DEF
-
De Goej
GOL
-
Dick Advocaat
TEC
-
Winter
MEI
-
Jonk
MEI
-
Bergkamp
ATA
-
Overmars
ATA
-
Wouters
MEI
Reservas
-
De Boer
ATA
-
Roy
ATA
Arbitragem
Árbitro
Rodrigo Badilla Siqueira
Árbitro
Rodrigo Badilla Siqueira