Sobre a Partida
Na vibrante atmosfera da Copa do Mundo de 1998, em solo francês, o Parc des Princes testemunhou um embate tenso e tático entre o Paraguai de José Luis Chilavert e a Bulgária de Hristo Stoichkov, em 12 de junho. Ambos os times, sedentos por iniciar o Grupo D com o pé direito, sabiam que cada ponto seria vital contra gigantes como a Espanha e a imprevisível Nigéria.
O Paraguai, sob a batuta de seu lendário goleiro-artilheiro Chilavert e a solidez defensiva de Carlos Gamarra, erguia uma muralha quase intransponível. A Bulgária, por sua vez, ainda carregava ecos da geração dourada de 1994, com Stoichkov e Balakov buscando a magia que outrora os levara às semifinais.
O jogo foi um xadrez de defesas bem postadas e meias-bolas perdidas. Chilavert, fiel à sua fama, arriscou cobranças de falta poderosas de longa distância, uma delas raspando a trave e arrancando suspiros da torcida. Do outro lado, Stoichkov, apesar de seus lampejos de genialidade, encontrava a retaguarda albirroja implacável, com Ayala e Gamarra desarmando suas investidas. Krasimir Balakov tentava orquestrar o ataque búlgaro, mas a precisão faltava no terço final.
A partida desenrolou-se em uma batalha de meio-campo, com poucas chances claras de gol. A garra paraguaia contrastava com a busca búlgara por espaços que simplesmente não se abriam. O apito final do árbitro Al-Zeid selou o empate sem gols, um 0 a 0 que ressaltava a força defensiva do Paraguai e deixava a Bulgária com um gosto amargo, ciente de que precisaria de mais para avançar. Um ponto conquistado na base da luta, que prometia um grupo D eletrizante.
O Paraguai, sob a batuta de seu lendário goleiro-artilheiro Chilavert e a solidez defensiva de Carlos Gamarra, erguia uma muralha quase intransponível. A Bulgária, por sua vez, ainda carregava ecos da geração dourada de 1994, com Stoichkov e Balakov buscando a magia que outrora os levara às semifinais.
O jogo foi um xadrez de defesas bem postadas e meias-bolas perdidas. Chilavert, fiel à sua fama, arriscou cobranças de falta poderosas de longa distância, uma delas raspando a trave e arrancando suspiros da torcida. Do outro lado, Stoichkov, apesar de seus lampejos de genialidade, encontrava a retaguarda albirroja implacável, com Ayala e Gamarra desarmando suas investidas. Krasimir Balakov tentava orquestrar o ataque búlgaro, mas a precisão faltava no terço final.
A partida desenrolou-se em uma batalha de meio-campo, com poucas chances claras de gol. A garra paraguaia contrastava com a busca búlgara por espaços que simplesmente não se abriam. O apito final do árbitro Al-Zeid selou o empate sem gols, um 0 a 0 que ressaltava a força defensiva do Paraguai e deixava a Bulgária com um gosto amargo, ciente de que precisaria de mais para avançar. Um ponto conquistado na base da luta, que prometia um grupo D eletrizante.
Escalações
Paraguai
Titulares
-
Carpegiani
TEC
-
Morales
MEI
-
Jorge Campos
ATA
-
Paredes
VOL
-
Enciso
MEI
-
Benitez
MEI
-
Pedro Sarabia
ZAE
-
Acuna
MEI
-
Gamarra
DEF
-
Ayala
DEF
-
José Cardozo
ATA
-
Chilavert
GOL
Reservas
-
Ramírez
ATA
-
Yegros
ATA
-
Denis Caniza
ZAD
Bulgária
Titulares
-
Iliev
MEI
-
Petrov
DEF
-
Kishishev
DEF
-
Zdravkov
GOL
-
Nankov
MEI
-
Yankov
MEI
-
Bonev
TEC
-
Ivanov
DEF
-
Stoichkov
ATA
-
Penev
ATA
-
Iordanov
MEI
-
Balakov
MEI
Reservas
-
Borimirov
ATA
-
Kostadinov
ATA
Arbitragem
Árbitro
Abdul Rahman Al-Zeid