Sobre a Partida
No coração pulsante de Paris, em 15 de junho de 1998, a Copa do Mundo fervilhava com a expectativa do confronto entre a máquina alemã e a ousadia americana. Pelo Grupo F, a Alemanha de Berti Vogts, com seus tricampeões mundiais Lothar Matthäus e Jürgen Klinsmann, entrava em campo como franca favorita, buscando reafirmar sua hegemonia contra os Estados Unidos de Kasey Keller e Claudio Reyna, que tentavam solidificar seu lugar no cenário futebolístico.
O relógio mal marcava os nove minutos quando Andreas Möller, com a astúcia que lhe era peculiar, aproveitou uma falha defensiva americana e abriu o placar para a Alemanha, um golpe frio e preciso que ecoou no Parc des Princes. A "Nationalelf" impunha seu ritmo, controlando o meio-campo com a experiência de Christian Ziege e o dinamismo de Oliver Bierhoff. Os americanos, apesar da garra de Cobi Jones, encontravam barreiras intransponíveis, com o goleiro Keller realizando defesas importantes para evitar um placar mais elástico.
Na segunda etapa, o ímpeto alemão não diminuiu. Aos 65 minutos, o predador Klinsmann, com sua movimentação impecável, recebeu e, com a frieza de um artilheiro nato, estufou as redes de Keller, selando o 2 a 0. Foi um gol que simbolizou a diferença de calibre e experiência. A Alemanha celebrava sua estreia vitoriosa, mostrando ao mundo suas credenciais. Para os EUA, era uma lição dura, mas vital, em sua jornada para competir com os gigantes do futebol mundial.
O relógio mal marcava os nove minutos quando Andreas Möller, com a astúcia que lhe era peculiar, aproveitou uma falha defensiva americana e abriu o placar para a Alemanha, um golpe frio e preciso que ecoou no Parc des Princes. A "Nationalelf" impunha seu ritmo, controlando o meio-campo com a experiência de Christian Ziege e o dinamismo de Oliver Bierhoff. Os americanos, apesar da garra de Cobi Jones, encontravam barreiras intransponíveis, com o goleiro Keller realizando defesas importantes para evitar um placar mais elástico.
Na segunda etapa, o ímpeto alemão não diminuiu. Aos 65 minutos, o predador Klinsmann, com sua movimentação impecável, recebeu e, com a frieza de um artilheiro nato, estufou as redes de Keller, selando o 2 a 0. Foi um gol que simbolizou a diferença de calibre e experiência. A Alemanha celebrava sua estreia vitoriosa, mostrando ao mundo suas credenciais. Para os EUA, era uma lição dura, mas vital, em sua jornada para competir com os gigantes do futebol mundial.
Gols
8'
Moeller
64'
Jürgen Klinsmann
Escalações
Alemanha
Titulares
-
Berti Vogts
TEC
-
Woerns
DEF
-
Bierhoff
ATA
-
Haessler
MEI
-
Jeremies
MEI
-
Heinrich
MEI
-
Moeller
MEI
-
Jürgen Klinsmann
ATA
-
Koepke
GOL
-
Thon
MEI
-
Reuter
DEF
-
Kohler
DEF
Reservas
-
Ziege
MEI
-
Babbel
DEF
-
Hamann
MEI
Estados Unidos
Titulares
-
Regis
DEF
-
Deering
MEI
-
Jones
MEI
-
Steve Sampson
TEC
-
Keller
GOL
-
Reyna
MEI
-
Burns
MEI
-
Dooley
MEI
-
Wynalda
ATA
-
Stewart
ATA
-
Pope
DEF
-
Maisonneuve
MEI
Reservas
-
Wegerle
ATA
-
Ramos
MEI
-
Hejduk
DEF
Arbitragem
Árbitro
Said Belqola