Municipal de Toulouse - Toulouse, Fra, ?a
Sobre a Partida
Toulouse, 18 de junho de 1998. O Stade de Toulouse era palco de um embate de contrastes e expectativas na Copa do Mundo. De um lado, a "Danish Dynamite", a Dinamarca, carregando a tradição e o talento de craques como os irmãos Michael e Brian Laudrup, e o gigante Peter Schmeichel no gol. Do outro, a jovem e esperançosa África do Sul, a Bafana Bafana, em sua estreia histórica em Mundiais, com o espírito vibrante de Lucas Radebe e o faro de gol de Shaun Bartlett, buscando afirmar seu lugar no cenário global após anos de isolamento. A partida era crucial para ambas as equipes no Grupo C.
O jogo começou com o ímpeto dinamarquês. Logo aos 13 minutos, Allan Nielsen aproveitou a bola aérea para testar a rede sul-africana, colocando os nórdicos em vantagem e silenciando a torcida africana. A experiência dinamarquesa parecia ditar o ritmo. Contudo, a garra sul-africana aflorou. No segundo tempo, aos 52 minutos, Shaun Bartlett, com um oportunismo notável, empatou a partida, incendiando a esperança de sua nação. O embate ganhava contornos dramáticos, mas o destino reservava um teste ainda maior para a Bafana Bafana. Aos 68 minutos, Alfred Phiri foi expulso, deixando a África do Sul com dez homens e sob pressão intensa. Os minutos finais foram uma batalha épica de resistência. Mesmo em desvantagem numérica, a defesa sul-africana, liderada por Radebe, segurou os ataques dinamarqueses. O apito final selou um 1 a 1 heróico. Para a África do Sul, um ponto de orgulho e um recado ao mundo; para a Dinamarca, um tropeço inesperado, mas que ainda mantinha as chances de classificação. Uma exibição de coragem que ecoou para sempre na história da Copa.
O jogo começou com o ímpeto dinamarquês. Logo aos 13 minutos, Allan Nielsen aproveitou a bola aérea para testar a rede sul-africana, colocando os nórdicos em vantagem e silenciando a torcida africana. A experiência dinamarquesa parecia ditar o ritmo. Contudo, a garra sul-africana aflorou. No segundo tempo, aos 52 minutos, Shaun Bartlett, com um oportunismo notável, empatou a partida, incendiando a esperança de sua nação. O embate ganhava contornos dramáticos, mas o destino reservava um teste ainda maior para a Bafana Bafana. Aos 68 minutos, Alfred Phiri foi expulso, deixando a África do Sul com dez homens e sob pressão intensa. Os minutos finais foram uma batalha épica de resistência. Mesmo em desvantagem numérica, a defesa sul-africana, liderada por Radebe, segurou os ataques dinamarqueses. O apito final selou um 1 a 1 heróico. Para a África do Sul, um ponto de orgulho e um recado ao mundo; para a Dinamarca, um tropeço inesperado, mas que ainda mantinha as chances de classificação. Uma exibição de coragem que ecoou para sempre na história da Copa.
Gols
13'
Nielsen
52'
McCarthy
Escalações
África do Sul
Titulares
-
Philippe Troussier
TEC
-
Fish
DEF
-
Nyathi
DEF
-
Rabede
DEF
-
Issa
DEF
-
Fortune
MEI
-
Agustine
MEI
-
Mkhalele
MEI
-
Moshoeu
MEI
-
McCarthy
ATA
-
Bartlett
ATA
-
Vonk
GOL
Reservas
-
Masinga
ATA
-
Phiri
MEI
-
Buckley
MEI
Dinamarca
Titulares
-
Bo Johansson
TEC
-
Shmeichel
GOL
-
Rieper
DEF
-
Hogh
DEF
-
Colding
DEF
-
Nielsen
MEI
-
Helveg
MEI
-
Jorgensen
MEC
-
Laudrup
ATA
-
Schjonberg
DEF
-
Michael Laudrup
ATA
-
Sand
ATA
Reservas
-
Heintze
DEF
-
Wieghorst
MEI
-
Molnar
ATA
Arbitragem
Árbitro
John Jairo Toro