Sobre a Partida
No caldeirão de Saint-Étienne, a tarde de 19 de junho de 1998 guardava um veredito cruel para a Espanha na Copa do Mundo. Após a estréia desastrosa contra a Nigéria, a Fúria, com nomes como Raúl, Luis Enrique e Kiko em campo, enfrentava o Paraguai em um duelo decisivo. A ordem era clara: vencer ou mergulhar em um abismo de incerteza.
Mas à frente, de luvas e olhar penetrante, estava José Luis Chilavert. O lendário goleiro-artilheiro paraguaio transformou-se em uma barreira intransponível, um líder vocal que ditava o ritmo da ferrenha defesa guarani. As investidas espanholas eram constantes, desesperadas. Fernando Hierro tentava organizar o meio, Morientes buscava espaço na área, e Raúl, com sua juventude e talento, ensaiava dribles e chutes que teimavam em parar nas mãos firmes de Chilavert ou nos bloqueios implacáveis de Carlos Gamarra.
O Paraguai, por sua vez, apostava em uma estratégia defensiva sólida, com Acuña no meio-campo e Arzamendia na frente, espreitando oportunidades raras em contra-ataques que faziam Zubizarreta suar frio. A tensão era palpável a cada segundo. O apito final do 0 a 0 foi um grito de alívio para os sul-americanos e um lamento doloroso para a Espanha, que via seu destino na Copa de 98 se complicar drasticamente. Um empate com sabor de derrota, que selaria o destino precoce da Fúria e eternizaria a muralha Chilavert.
Mas à frente, de luvas e olhar penetrante, estava José Luis Chilavert. O lendário goleiro-artilheiro paraguaio transformou-se em uma barreira intransponível, um líder vocal que ditava o ritmo da ferrenha defesa guarani. As investidas espanholas eram constantes, desesperadas. Fernando Hierro tentava organizar o meio, Morientes buscava espaço na área, e Raúl, com sua juventude e talento, ensaiava dribles e chutes que teimavam em parar nas mãos firmes de Chilavert ou nos bloqueios implacáveis de Carlos Gamarra.
O Paraguai, por sua vez, apostava em uma estratégia defensiva sólida, com Acuña no meio-campo e Arzamendia na frente, espreitando oportunidades raras em contra-ataques que faziam Zubizarreta suar frio. A tensão era palpável a cada segundo. O apito final do 0 a 0 foi um grito de alívio para os sul-americanos e um lamento doloroso para a Espanha, que via seu destino na Copa de 98 se complicar drasticamente. Um empate com sabor de derrota, que selaria o destino precoce da Fúria e eternizaria a muralha Chilavert.
Escalações
Espanha
Titulares
-
Pizzi
ATA
-
Hierro
DEF
-
Raúl González
ATA
-
Javier Clemente
TEC
-
Zubizarreta
GOL
-
Abelardo
DEF
-
Sergi
DEF
-
Alkorta
DEF
-
Amor
MEI
-
Etxeberria
ATA
-
Aguilera
DEF
-
Luis Enrique
MEI
Reservas
-
Gelades
MEI
-
Kiko
ATA
-
Morientes
ATA
Paraguai
Titulares
-
Jorge Campos
ATA
-
Chilavert
GOL
-
Ayala
DEF
-
Gamarra
DEF
-
Arce
LAE
-
Acuna
MEI
-
Carpegiani
TEC
-
Rojas
ATA
-
Pedro Sarabia
ZAE
-
Benitez
MEI
-
Enciso
MEI
-
Denis Caniza
ZAD
Reservas
-
Yegros
ATA
-
Paredes
VOL
-
Ramírez
ATA
Arbitragem
Árbitro
Ian Mcleod