Stade de France (Saint-Denis) - Paris, Fra, ?a
Sobre a Partida
O ar de Saint-Denis estava carregado de uma tensão palpável naquele 12 de julho de 1998. De um lado, a Seleção Brasileira, tetracampeã mundial, buscava o ineditismo do pentacampeonato, liderada por estrelas como Ronaldo, Rivaldo e Roberto Carlos. Do outro, a França, anfitriã, sonhava com seu primeiro título, impulsionada pela magia de Zidane e a solidez de Deschamps e Thuram.
Mas o roteiro da final começou a ser escrito horas antes, com o misterioso mal-estar de Ronaldo, o Fenômeno, que gerou pânico e incertezas. Embora tenha ido a campo, o camisa 9 não era o mesmo, a sombra do craque que vinha encantando o mundo. A atmosfera de mistério em torno de sua condição pesou sobre o elenco brasileiro.
No gramado do Stade de France, a orquestra francesa afinou seus instrumentos. Zinedine Zidane, o gênio argelino-francês, elevou-se acima da defesa brasileira em duas cabeçadas certeiras, aos 27 e 45 minutos do primeiro tempo, após cobranças de escanteio, calando o Maracanã de Paris. A Seleção, atordoada, tentava reagir com Rivaldo e Bebeto, mas esbarrava na muralha defensiva francesa e na performance abaixo do esperado de seu principal artilheiro.
Mesmo com a expulsão de Marcel Desailly no segundo tempo, a França manteve o controle. No último lance do jogo, Emmanuel Petit selou o placar de 3 a 0, consagrando os Bleus e mergulhando o Brasil numa rara e dolorosa derrota. A festa em Paris era azul, branca e vermelha, enquanto o sonho do penta se adiava em meio a um mistério que perdura até hoje.
Mas o roteiro da final começou a ser escrito horas antes, com o misterioso mal-estar de Ronaldo, o Fenômeno, que gerou pânico e incertezas. Embora tenha ido a campo, o camisa 9 não era o mesmo, a sombra do craque que vinha encantando o mundo. A atmosfera de mistério em torno de sua condição pesou sobre o elenco brasileiro.
No gramado do Stade de France, a orquestra francesa afinou seus instrumentos. Zinedine Zidane, o gênio argelino-francês, elevou-se acima da defesa brasileira em duas cabeçadas certeiras, aos 27 e 45 minutos do primeiro tempo, após cobranças de escanteio, calando o Maracanã de Paris. A Seleção, atordoada, tentava reagir com Rivaldo e Bebeto, mas esbarrava na muralha defensiva francesa e na performance abaixo do esperado de seu principal artilheiro.
Mesmo com a expulsão de Marcel Desailly no segundo tempo, a França manteve o controle. No último lance do jogo, Emmanuel Petit selou o placar de 3 a 0, consagrando os Bleus e mergulhando o Brasil numa rara e dolorosa derrota. A festa em Paris era azul, branca e vermelha, enquanto o sonho do penta se adiava em meio a um mistério que perdura até hoje.
Gols
27'
Zinedine Zidane
46'
Zinedine Zidane
90'
Petit
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Zagallo
TEC
-
Júnior Baiano
DEF
-
Rivaldo
MEC
-
Leonardo
LAE
-
Ronaldo
ATA
-
César Sampaio
VOL
-
Roberto Carlos
LAE
-
Cafu
LAD
-
Taffarel
GOL
-
Bebeto
ATA
-
Aldair
DEF
-
Dunga
VOL
Reservas
-
Denílson
LAT
-
Edmundo
ATA
França
Titulares
-
Petit
MEI
-
Guivarch
ATA
-
Didier Deschamps
VOL
-
Zinedine Zidane
MEC
-
Karembeu
MEI
-
Djorkaeff
MEI
-
Thuram
DEF
-
Lizarazu
DEF
-
Desailly
DEF
-
Leboeuf
DEF
-
Barthez
GOL
-
Aime Jacquet
TEC
Reservas
-
Boghossian
MEI
-
Vieira
VOL
-
Dugarry
ATA
Arbitragem
Árbitro
Said Belqola
Árbitro
Said Belqola