Sobre a Partida
No caldeirão de Incheon, sob o sol asiático de 2002, desenrolou-se um capítulo crucial do Grupo C da Copa do Mundo. A Costa Rica, embalada por uma vitória convincente sobre a China, buscava consolidar sua surpresa. Do outro lado, a Turquia de Şenol Güneş, ferida pela derrota para o Brasil e sedenta por pontos, sabia que um tropeço seria fatal para suas ambições. Era um confronto de estilos, uma batalha pela sobrevivência.
A tensão era palpável. A Turquia, com seu futebol aguerrido e a estrela Hakan Şükür no ataque, pressionava. Aos 29 minutos, a maestria de Emre Belözoğlu irrompeu: um chute rasteiro, preciso, que superou a defesa costa-riquenha e explodiu as gargantas turcas. O "Touro de Bósforo" e seus companheiros viam a esperança renascer. A equipe de Guimarães, com Paulo Wanchope e Ronald Gomez na frente, tentava reagir, mas Rüştü Reçber, gigante no gol turco, parecia intransponível.
O relógio avançava, a ansiedade crescia. Parecia que a Turquia selaria sua redenção. Mas a Costa Rica, conhecida por sua garra, não se rendeu. A quatro minutos do fim, num lance de puro oportunismo, Winston Parks, que entrara no segundo tempo, aproveitou uma bola mal afastada e, com a frieza de um veterano, mandou para o fundo das redes. O Estádio Munhak silenciou para os turcos e explodiu para os centro-americanos! O 1 a 1 final foi um balde de água fria para a Turquia e um ponto dourado para a Costa Rica, mantendo viva a chama de uma das maiores surpresas daquele mundial.
A tensão era palpável. A Turquia, com seu futebol aguerrido e a estrela Hakan Şükür no ataque, pressionava. Aos 29 minutos, a maestria de Emre Belözoğlu irrompeu: um chute rasteiro, preciso, que superou a defesa costa-riquenha e explodiu as gargantas turcas. O "Touro de Bósforo" e seus companheiros viam a esperança renascer. A equipe de Guimarães, com Paulo Wanchope e Ronald Gomez na frente, tentava reagir, mas Rüştü Reçber, gigante no gol turco, parecia intransponível.
O relógio avançava, a ansiedade crescia. Parecia que a Turquia selaria sua redenção. Mas a Costa Rica, conhecida por sua garra, não se rendeu. A quatro minutos do fim, num lance de puro oportunismo, Winston Parks, que entrara no segundo tempo, aproveitou uma bola mal afastada e, com a frieza de um veterano, mandou para o fundo das redes. O Estádio Munhak silenciou para os turcos e explodiu para os centro-americanos! O 1 a 1 final foi um balde de água fria para a Turquia e um ponto dourado para a Costa Rica, mantendo viva a chama de uma das maiores surpresas daquele mundial.
Gols
56'
Emre Belozoglu
86'
Parks
Escalações
Costa Rica
Titulares
-
Lonnis
GOL
-
Marin
DEF
-
Wanchope
ATA
-
Centeno
MEI
-
Castro
DEF
-
Martinez
DEF
-
Guimaraes
TEC
-
Gomez
ATA
-
Wallace
DEF
-
Solis
MEI
-
Lopez
MEI
-
Wright
DEF
Reservas
-
Parks
ATA
-
Bryce
ATA
-
Medford
ATA
Turquia
Titulares
-
Ozat
DEF
-
Emre Belozoglu
MEC
-
Sukur
ATA
-
Sas
ATA
-
Penbe
MEI
-
Asik
DEF
-
Basturk
MEI
-
Kerimoglu
MEI
-
Senol Gunes
TEC
-
Davala
MEI
-
Recber
GOL
-
Akyel
DEF
Reservas
-
Erdem
ATA
-
Kahveci
ATA
-
Mansiz
ATA
Arbitragem
Árbitro
Coffi Codjia