Sobre a Partida
Em um caldeirão de emoções no Estádio da Copa do Mundo de Daejeon, Coreia do Sul, em 12 de junho de 2002, a África do Sul travou uma batalha épica contra a já classificada Espanha, em uma das partidas mais dramáticas da fase de grupos da Copa do Mundo. Para os Bafana Bafana, liderados pelo lendário Lucas Radebe e com o brilho de Benni McCarthy e Quinton Fortune, a classificação estava em jogo, dependendo não só de seu próprio desempenho, mas também do resultado de Paraguai x Eslovênia, que corria em paralelo.
A Espanha, mesmo com a vaga garantida, não aliviou. A Fúria, com nomes como Iker Casillas no gol e o oportunismo de Raúl, abriu o placar logo aos 4 minutos com o ídolo do Real Madrid. O jogo se tornou um carrossel de gols e reviravoltas. McCarthy empatou para a África do Sul, mas Mendieta, no último lance do primeiro tempo, recolocou a Espanha à frente. O segundo tempo viu Radebe incendiar a torcida com um gol heroico, empatando a partida novamente. A esperança africana pulsava, mas Raúl, em tarde inspirada, decretou a vitória espanhola com seu segundo gol, o 3 a 2 final.
Apesar da derrota, a África do Sul jogou com o coração, sabendo que cada gol era crucial. Com o placar de Paraguai 3 x 1 Eslovênia, os Bafana Bafana e os paraguaios terminaram empatados em pontos e saldo de gols. A dolorosa eliminação veio nos critérios de desempate, por apenas um gol a menos marcado, deixando um gosto amargo e a sensação de uma batalha perdida por detalhes mínimos. Foi um adeus honroso, mas tragicamente aquém do sonho sul-africano.
A Espanha, mesmo com a vaga garantida, não aliviou. A Fúria, com nomes como Iker Casillas no gol e o oportunismo de Raúl, abriu o placar logo aos 4 minutos com o ídolo do Real Madrid. O jogo se tornou um carrossel de gols e reviravoltas. McCarthy empatou para a África do Sul, mas Mendieta, no último lance do primeiro tempo, recolocou a Espanha à frente. O segundo tempo viu Radebe incendiar a torcida com um gol heroico, empatando a partida novamente. A esperança africana pulsava, mas Raúl, em tarde inspirada, decretou a vitória espanhola com seu segundo gol, o 3 a 2 final.
Apesar da derrota, a África do Sul jogou com o coração, sabendo que cada gol era crucial. Com o placar de Paraguai 3 x 1 Eslovênia, os Bafana Bafana e os paraguaios terminaram empatados em pontos e saldo de gols. A dolorosa eliminação veio nos critérios de desempate, por apenas um gol a menos marcado, deixando um gosto amargo e a sensação de uma batalha perdida por detalhes mínimos. Foi um adeus honroso, mas tragicamente aquém do sonho sul-africano.
Gols
4'
Raúl González
31'
McCarthy
46'
Mendieta
53'
Rabede
56'
Raúl González
Escalações
África do Sul
Titulares
-
McCarthy
ATA
-
Fortune
MEI
-
Rabede
DEF
-
Arendse
GOL
-
Nzama
DEF
-
Mokoema
DEF
-
Carnell
DEF
-
Sibaya
MEI
-
Zuma
MEI
-
Mokoena
MEI
-
Nomvethe
ATA
-
Jomo Sono
TEC
Reservas
-
Koumantarakis
ATA
-
Molefe
DEF
-
Lekgetho
DEF
Espanha
Titulares
-
Torres
DEF
-
Camacho
TEC
-
Casillas
GOL
-
Mendieta
MEI
-
Helguera
MEI
-
Morientes
ATA
-
Albelda
VOL
-
Raúl González
ATA
-
Nadal
DEF
-
Romero
DEF
-
Joaquin
MEI
-
Xavi
MEC
Reservas
-
Luque
ATA
-
Luis Enrique
MEI
-
Sergio
MEI
Arbitragem
Árbitro
Mane Saad