Sobre a Partida
Junho de 2002, Miyagi. O ar estava eletrizado. No "Grupo da Morte" da Copa do Mundo, a Argentina, apontada por muitos como favorita ao título, entrava em campo contra a Suécia com o peso da eliminação iminente. Nomes como Gabriel Batistuta, Juan Sebastián Verón e Ariel Ortega carregavam a esperança de uma nação. Mas do outro lado, uma Suécia operária, liderada por Anders Svensson e a astúcia de Henrik Larsson, prometia resistência, buscando a classificação.
O jogo foi um embate de estilos. A Albiceleste, com seu toque refinado e ataques incessantes, esbarrava na muralha defensiva sueca. Verón tentava orquestrar, Batistuta buscava espaços, mas a rede não balançava. A tensão aumentava a cada minuto.
Até que, aos 59 minutos, a frieza nórdica se fez presente. Anders Svensson, em uma cobrança de falta magistral, fez a bola beijar a rede argentina, silenciando os torcedores e jogando a Argentina à beira do abismo. O desespero se instalou.
A reta final foi dramática. A Argentina se lançou ao ataque, e aos 88 minutos, um pênalti a favor acendeu uma chama. Ortega bateu, mas o goleiro Magnus Hedman defendeu! No rebote, porém, o implacável Hernán Crespo empurrou para o gol, empatando o jogo. A esperança ressurgiu, mas o tempo era cruel. A Suécia segurou o resultado até o apito final. O 1 a 1 significou o adeus precoce da Argentina, uma das maiores zebras da história das Copas, e a celebração sueca que seguiria em frente na competição. Uma noite que ecoaria por anos na memória do futebol.
O jogo foi um embate de estilos. A Albiceleste, com seu toque refinado e ataques incessantes, esbarrava na muralha defensiva sueca. Verón tentava orquestrar, Batistuta buscava espaços, mas a rede não balançava. A tensão aumentava a cada minuto.
Até que, aos 59 minutos, a frieza nórdica se fez presente. Anders Svensson, em uma cobrança de falta magistral, fez a bola beijar a rede argentina, silenciando os torcedores e jogando a Argentina à beira do abismo. O desespero se instalou.
A reta final foi dramática. A Argentina se lançou ao ataque, e aos 88 minutos, um pênalti a favor acendeu uma chama. Ortega bateu, mas o goleiro Magnus Hedman defendeu! No rebote, porém, o implacável Hernán Crespo empurrou para o gol, empatando o jogo. A esperança ressurgiu, mas o tempo era cruel. A Suécia segurou o resultado até o apito final. O 1 a 1 significou o adeus precoce da Argentina, uma das maiores zebras da história das Copas, e a celebração sueca que seguiria em frente na competição. Uma noite que ecoaria por anos na memória do futebol.
Gols
59'
Svensson
88'
Crespo
Escalações
Suécia
Titulares
-
Mjallby
DEF
-
Jakobsson
DEF
-
Mellberg
ZAD
-
Hedman
GOL
-
Tommy Soderberg
TEC
-
Linderoth
MEI
-
Svensson
MEI
-
Alexandersson
MEI
-
Svensson
MEC
-
Larsson
ATA
-
Allback
ATA
-
Lucic
DEF
Reservas
-
Ibrahimovic
ATA
-
Jonson
MEI
-
Andersson
ATA
Argentina
Titulares
-
Almeyda
MEI
-
Lopez
ATA
-
Batistuta
ATA
-
Chamot
DEF
-
Ortega
ATA
-
Marcelo Bielsa
TEC
-
Samuel
ZAE
-
Sorín
LAT
-
Cavallero
GOL
-
Mauricio Pochettino
DEF
-
Javier Zanetti
LAD
-
Pablo Aimar
MEC
Reservas
-
Verón
MEC
-
Crespo
ATA
-
Gonzalez
ATA
Arbitragem
Árbitro
Ali Bujsaim