Sobre a Partida
Colônia, 11 de junho de 2006. O ar no RheinEnergieStadion estava carregado de simbolismo e história. Não era apenas um jogo da Copa do Mundo, mas um reencontro de destinos: Angola, a estreante africana e nação independente, enfrentava Portugal, sua antiga metrópole, no palco mais grandioso do futebol. Uma batalha histórica na fase de grupos que prometia emoções à flor da pele, com uma nação africana orgulhosa a fazer a sua estreia contra o gigante europeu.
A Seleção das Quinas, recheada de craques como um jovem e impetuoso Cristiano Ronaldo, o maestro Deco, o lendário Luís Figo e o goleador Pauleta, não demorou a mostrar suas intenções. Logo aos 4 minutos, Pauleta, o artilheiro, aproveitou uma assistência primorosa de Figo para balançar as redes, marcando o único gol da partida. Muitos previam uma goleada, mas os Palancas Negras, liderados pelo experiente Akwá e pelo guardião João Ricardo, transformaram-se em uma muralha.
Com garra e organização tática, Angola resistiu bravamente. Portugal pressionou, com Figo e Deco orquestrando jogadas e Cristiano Ronaldo a desafiar a defesa angolana, mas o segundo gol nunca veio. O 0 a 1 final, para muitos, teve sabor de vitória moral para a nação angolana. Uma estreia digna e memorável, onde o placar apertado contava a história de um David que, embora superado no marcador, impôs respeito a Golias no cenário mundial.
A Seleção das Quinas, recheada de craques como um jovem e impetuoso Cristiano Ronaldo, o maestro Deco, o lendário Luís Figo e o goleador Pauleta, não demorou a mostrar suas intenções. Logo aos 4 minutos, Pauleta, o artilheiro, aproveitou uma assistência primorosa de Figo para balançar as redes, marcando o único gol da partida. Muitos previam uma goleada, mas os Palancas Negras, liderados pelo experiente Akwá e pelo guardião João Ricardo, transformaram-se em uma muralha.
Com garra e organização tática, Angola resistiu bravamente. Portugal pressionou, com Figo e Deco orquestrando jogadas e Cristiano Ronaldo a desafiar a defesa angolana, mas o segundo gol nunca veio. O 0 a 1 final, para muitos, teve sabor de vitória moral para a nação angolana. Uma estreia digna e memorável, onde o placar apertado contava a história de um David que, embora superado no marcador, impôs respeito a Golias no cenário mundial.
Arbitragem
Árbitro
Jorge Larrionda