Sobre a Partida
Em 14 de junho de 2006, o palco da Copa do Mundo na Alemanha viu a Espanha emergir com uma declaração de intenções ensurdecedora. No Zentralstadion de Leipzig, a Fúria, com sua geração dourada amadurecendo, enfrentava a Ucrânia, estreante em Mundiais e liderada pelo icônico Andriy Shevchenko, esperança de sua nação. Era o confronto de uma potência em busca de afirmação contra um azarão com um craque.
Desde o apito inicial, a Espanha, sob o comando de Luis Aragonés, impôs seu ritmo avassalador. Aos 13 minutos, Xabi Alonso abriu o placar com uma cabeçada precisa, mostrando a superioridade no jogo aéreo. Quatro minutos depois, David Villa, em tarde inspirada, cobrou uma falta com maestria, a bola desviou na barreira e morreu no fundo das redes de Shovkovsky, aumentando a vantagem. A Ucrânia via seus sonhos de estreia desmoronarem.
O segundo tempo começou com um golpe fatal: uma falta dentro da área de Vashchuk em Fernando Torres resultou em pênalti e expulsão do zagueiro ucraniano. David Villa, novamente, não perdoou, convertendo a penalidade e selando seu doblete. Com um homem a menos e três gols de desvantagem, a Ucrânia de Shevchenko parecia perdida. Para coroar a atuação dominante, Fernando Torres, aos 81, tabelou com Cesc Fàbregas e finalizou com frieza, marcando o quarto gol e fechando a goleada. Uma estreia arrasadora para a Espanha, que mostrava ao mundo que seu “tiki-taka” estava pronto para brilhar. Para a Ucrânia, a lição foi dura, mas o espírito de Shevchenko ainda arderia.
Desde o apito inicial, a Espanha, sob o comando de Luis Aragonés, impôs seu ritmo avassalador. Aos 13 minutos, Xabi Alonso abriu o placar com uma cabeçada precisa, mostrando a superioridade no jogo aéreo. Quatro minutos depois, David Villa, em tarde inspirada, cobrou uma falta com maestria, a bola desviou na barreira e morreu no fundo das redes de Shovkovsky, aumentando a vantagem. A Ucrânia via seus sonhos de estreia desmoronarem.
O segundo tempo começou com um golpe fatal: uma falta dentro da área de Vashchuk em Fernando Torres resultou em pênalti e expulsão do zagueiro ucraniano. David Villa, novamente, não perdoou, convertendo a penalidade e selando seu doblete. Com um homem a menos e três gols de desvantagem, a Ucrânia de Shevchenko parecia perdida. Para coroar a atuação dominante, Fernando Torres, aos 81, tabelou com Cesc Fàbregas e finalizou com frieza, marcando o quarto gol e fechando a goleada. Uma estreia arrasadora para a Espanha, que mostrava ao mundo que seu “tiki-taka” estava pronto para brilhar. Para a Ucrânia, a lição foi dura, mas o espírito de Shevchenko ainda arderia.
Gols
13'
Xabi Alonso
17'
David Villa
48'
David Villa
81'
Fernando Torres
Escalações
Espanha
Titulares
-
Casillas
GOL
-
Xavi
MEI
-
Marcos Senna (NÃO USAR)
MEI
-
Luis García
ATA
-
Pablo
DEF
-
Luis Aragones
TEC
-
Fernando Torres
ATA
-
David Villa
ATA
-
Xabi Alonso
VOL
-
Sergio Ramos
ZAD
-
Puyol
ZAE
-
Pernia
DEF
Reservas
-
Fàbregas
MEC
-
Raúl González
ATA
-
Albelda
VOL
Ucrânia
Titulares
-
Voronin
ATA
-
Rotan
MEC
-
Shevchenko
ATA
-
Yezerskyi
DEF
-
Blokhin
TEC
-
Shovkovsky
GOL
-
Nesmachnyi
DEF
-
Rusol
DEF
-
Vashchuk
DEF
-
Tymoshchuk
VOL
-
Gusev
MEC
-
Gusin
MEI
Reservas
-
Vorobey
ATA
-
Sergiy Rebrov
MEI
-
Shelayev
MEI
Arbitragem
Árbitro
Massimo Busacca