Commerzbank-Arena ERRADO - Frankfurt, Alem, ha
Sobre a Partida
Na fria noite de 1º de julho de 2006, em Frankfurt, um drama futebolístico se desenrolava, reeditando a rivalidade que marcara a final de 1998. O Brasil, então defensor do título mundial e favorito absoluto com seu "quadrado mágico" – Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Adriano e Ronaldo – entrava em campo contra uma França que muitos consideravam envelhecida, mas que possuía um maestro inesquecível: Zinedine Zidane.
A expectativa era de um espetáculo de gala brasileiro, mas o que se viu foi um Zidane em uma de suas atuações mais sublimes. Flutuando pelo meio-campo, distribuindo passes precisos e desarmando, o camisa 10 francês comandou o meio-campo com maestria, ofuscando o brilho esperado das estrelas canarinhas. O Brasil, com Roberto Carlos, Cafu e Lúcio, parecia perdido, sem encontrar espaços, com seus craques individualistas neutralizados.
O golpe fatal veio aos 57 minutos do segundo tempo. Numa cobrança de falta de Zidane pela direita, a bola encontrou Thierry Henry livre na segunda trave, que, com um chute firme, estufou as redes de Dida. 1 a 0 para a França. O gol acendeu o alerta, mas o Brasil não conseguiu reagir. As tentativas de Ronaldo e as arrancadas de Kaká esbarravam na solidez defensiva francesa e na atuação impecável de Zidane, que parecia ter magnetizado a bola.
A derrota não apenas eliminou o Brasil da Copa do Mundo, mas também marcou o fim de uma era para muitos de seus ícones. O sonho do hexacampeonato se desfez diante da genialidade de um único homem, Zinedine Zidane, que, em sua despedida dos Mundiais, entregou uma aula de futebol, deixando um legado de performance inesquecível e uma cicatriz na memória do torcedor brasileiro.
A expectativa era de um espetáculo de gala brasileiro, mas o que se viu foi um Zidane em uma de suas atuações mais sublimes. Flutuando pelo meio-campo, distribuindo passes precisos e desarmando, o camisa 10 francês comandou o meio-campo com maestria, ofuscando o brilho esperado das estrelas canarinhas. O Brasil, com Roberto Carlos, Cafu e Lúcio, parecia perdido, sem encontrar espaços, com seus craques individualistas neutralizados.
O golpe fatal veio aos 57 minutos do segundo tempo. Numa cobrança de falta de Zidane pela direita, a bola encontrou Thierry Henry livre na segunda trave, que, com um chute firme, estufou as redes de Dida. 1 a 0 para a França. O gol acendeu o alerta, mas o Brasil não conseguiu reagir. As tentativas de Ronaldo e as arrancadas de Kaká esbarravam na solidez defensiva francesa e na atuação impecável de Zidane, que parecia ter magnetizado a bola.
A derrota não apenas eliminou o Brasil da Copa do Mundo, mas também marcou o fim de uma era para muitos de seus ícones. O sonho do hexacampeonato se desfez diante da genialidade de um único homem, Zinedine Zidane, que, em sua despedida dos Mundiais, entregou uma aula de futebol, deixando um legado de performance inesquecível e uma cicatriz na memória do torcedor brasileiro.
Gols
57'
Henry
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Carlos Alberto Parreira
TEC
-
Gilberto Silva
ZAE
-
Kaká
MEC
-
Juan
ZAE
-
Juninho Pernambucano
MEC
-
Ronaldinho Gaúcho
MEC
-
Zé Roberto
MEC
-
Ronaldo
ATA
-
Dida
GOL
-
Roberto Carlos
LAE
-
Cafu
LAD
-
Lúcio
ZAD
Reservas
-
Cicinho
LAD
-
Robinho
ATA
-
Adriano
ATA
França
Titulares
-
Barthez
GOL
-
Willy Sagnol
DEF
-
Abidal
ZAE
-
Malouda
MEC
-
Ribéry
MEC
-
Gallas
ZAD
-
Raymond Domenech
TEC
-
Claude Makelele
VOL
-
Vieira
VOL
-
Henry
ATA
-
Thuram
DEF
-
Zinedine Zidane
MEC
Reservas
-
Wiltord
ATA
-
Govou
MEC
-
Saha
ATA
Arbitragem
Árbitro
Medina Cantaledjo