Joanesburgo (Soccer City) - Joanesburgo, África do, ul
Sobre a Partida
O vibrante pulso da África batia forte em 11 de junho de 2010, um dia que reescreveu a história do futebol. A Copa do Mundo chegava ao continente pela primeira vez, e Joanesburgo fervilhava. O Soccer City, um caldeirão de cores e o zumbido incessante das vuvuzelas, testemunhava a África do Sul, os Bafana Bafana, confrontar o México na partida de abertura. A expectativa era palpável, o nervosismo, evidente, enquanto o mundo assistia.
O primeiro tempo foi um jogo de xadrez, com o México, liderado pela astúcia de Rafael Márquez e a velocidade de Giovani dos Santos, buscando impor seu ritmo. Os anfitriões resistiam, impulsionados pela energia de Teko Modise e a segurança do goleiro Khune. Então, aos 55 minutos, o mundo parou. Siphiwe Tshabalala, em um contra-ataque fulminante, recebeu na esquerda, avançou e disparou uma bomba de perna esquerda no ângulo. O gol, uma pintura, explodiu o estádio em um êxtase coletivo, o grito "Goool!" ressoando por todo o globo – um momento que capturou a essência de um sonho realizado.
A euforia, porém, deu lugar à tensão. O México não se rendeu. Aos 79 minutos, em uma jogada bem trabalhada, Rafael Márquez, com a frieza de um veterano, dominou e fuzilou para empatar. O balde de água fria nos Bafana Bafana, o alívio para os "El Tri". Os minutos finais foram um frenesi de ataques e defesas. No apito final, o 1 a 1 espelhava a luta e a paixão. Um empate que não tirou o brilho da festa africana, mas deixou um gosto agridoce de que a vitória poderia ter sido nossa.
O primeiro tempo foi um jogo de xadrez, com o México, liderado pela astúcia de Rafael Márquez e a velocidade de Giovani dos Santos, buscando impor seu ritmo. Os anfitriões resistiam, impulsionados pela energia de Teko Modise e a segurança do goleiro Khune. Então, aos 55 minutos, o mundo parou. Siphiwe Tshabalala, em um contra-ataque fulminante, recebeu na esquerda, avançou e disparou uma bomba de perna esquerda no ângulo. O gol, uma pintura, explodiu o estádio em um êxtase coletivo, o grito "Goool!" ressoando por todo o globo – um momento que capturou a essência de um sonho realizado.
A euforia, porém, deu lugar à tensão. O México não se rendeu. Aos 79 minutos, em uma jogada bem trabalhada, Rafael Márquez, com a frieza de um veterano, dominou e fuzilou para empatar. O balde de água fria nos Bafana Bafana, o alívio para os "El Tri". Os minutos finais foram um frenesi de ataques e defesas. No apito final, o 1 a 1 espelhava a luta e a paixão. Um empate que não tirou o brilho da festa africana, mas deixou um gosto agridoce de que a vitória poderia ter sido nossa.
Gols
53'
Tshabalala
80'
Rafa Márquez
Escalações
África do Sul
Titulares
-
Carlos Alberto Parreira
TEC
-
Mokoena
ZAE
-
Gaxa
LAD
-
Pienaar
MEC
-
Modise
MEC
-
Tshabalala
MEC
-
Mphela
ATA
-
Khune
GOL
-
Dikgacoi
VOL
-
Letsholonyane
VOL
-
Khumalo
ZAD
-
Thwala
ZAE
Reservas
-
Parker
ATA
-
Masilela
LAE
México
Titulares
-
Torrado
VOL
-
Javier Aguirre
TEC
-
Oscar Pérez
GOL
-
Carlos Vela
ATA
-
Ricardo Osorio
ZAD
-
Rodríguez
ZAE
-
Aguilar
LAD
-
Giovani dos Santos
MEC
-
Rafa Márquez
ZAD
-
Salcido
LAE
-
Efraín Juárez
VOL
-
Guillermo Franco
ATA
Reservas
-
Blanco
ATA
-
Chicharito Hernández
ATA
-
Guardado
VOL