Sobre a Partida
A Cidade do Cabo fervia sob o sol africano em 11 de junho de 2010, palco de um embate que prometia faíscas: Uruguai contra a França. De um lado, a mística Celeste, bicampeã mundial, com a letal dupla Luis Suárez e Diego Forlán no ataque, e a solidez de Lugano na zaga. Do outro, a seleção francesa, vice-campeã de 2006, mas mergulhada em uma crise interna sob Raymond Domenech, buscando redenção com nomes como Franck Ribéry e Nicolas Anelka.
A partida, válida pelo Grupo A da Copa do Mundo, era um choque de estilos e expectativas. Os "Bleus", apesar das turbulências, tentavam impor seu ritmo, com Ribéry buscando espaços e Malouda ditando o meio-campo. Contudo, a defesa uruguaia, comandada com maestria por Diego Lugano, era um muro intransponível, neutralizando as investidas francesas. O goleiro Muslera, seguro, garantia a retaguarda.
Pelo lado sul-americano, Forlán, em sua fase mais iluminada, arriscava de longe, e Suárez, com sua movimentação incessante, por vezes levava perigo à meta de Hugo Lloris. Houve momentos de apreensão, como um chute rasteiro de Forlán que Lloris defendeu com a ponta dos dedos, e uma cabeçada de Gourcuff que passou perto do gol uruguaio. O jogo, tenso e brigado, culminou com a expulsão do uruguaio Nicolás Lodeiro no segundo tempo, após receber o segundo cartão amarelo, forçando a Celeste a se segurar com um a menos.
No apito final, o 0 a 0 espelhou o equilíbrio tático e a ineficácia ofensiva de ambos os lados. Um ponto amargo para a França, que não conseguiu superar a solidez charrúa, e um resultado valoroso para o Uruguai, que mostrou fibra e resiliência diante de um gigante europeu, mesmo em desvantagem numérica. O palco estava montado para um grupo imprevisível.
A partida, válida pelo Grupo A da Copa do Mundo, era um choque de estilos e expectativas. Os "Bleus", apesar das turbulências, tentavam impor seu ritmo, com Ribéry buscando espaços e Malouda ditando o meio-campo. Contudo, a defesa uruguaia, comandada com maestria por Diego Lugano, era um muro intransponível, neutralizando as investidas francesas. O goleiro Muslera, seguro, garantia a retaguarda.
Pelo lado sul-americano, Forlán, em sua fase mais iluminada, arriscava de longe, e Suárez, com sua movimentação incessante, por vezes levava perigo à meta de Hugo Lloris. Houve momentos de apreensão, como um chute rasteiro de Forlán que Lloris defendeu com a ponta dos dedos, e uma cabeçada de Gourcuff que passou perto do gol uruguaio. O jogo, tenso e brigado, culminou com a expulsão do uruguaio Nicolás Lodeiro no segundo tempo, após receber o segundo cartão amarelo, forçando a Celeste a se segurar com um a menos.
No apito final, o 0 a 0 espelhou o equilíbrio tático e a ineficácia ofensiva de ambos os lados. Um ponto amargo para a França, que não conseguiu superar a solidez charrúa, e um resultado valoroso para o Uruguai, que mostrou fibra e resiliência diante de um gigante europeu, mesmo em desvantagem numérica. O palco estava montado para um grupo imprevisível.
Escalações
Uruguai
Titulares
-
Diego Pérez
VOL
-
Álvaro Pereira
LAE
-
Luis Suárez
ATA
-
Arévalo Ríos
VOL
-
Victorino
ZAD
-
Muslera
GOL
-
Maxi Pereira
LAD
-
Ignacio González
MEC
-
Godín
ZAE
-
Lugano
ZAD
-
Óscar Tabárez
TEC
-
Forlán
ATA
Reservas
-
Loco Abreu
ATA
-
Eguren
VOL
-
Lodeiro
MEC
França
Titulares
-
Toulalan
VOL
-
Abidal
ZAE
-
Govou
MEC
-
Gourcuff
MEC
-
Diaby
VOL
-
Ribéry
MEC
-
Gallas
ZAD
-
Raymond Domenech
TEC
-
Sagna
LAD
-
Evra
LAE
-
Lloris
GOL
-
Anelka
ATA
Reservas
-
Gignac
ATA
-
Malouda
MEC
-
Henry
ATA