Loftus Versfeld - Pretória, África do, ul
Sobre a Partida
O ar de Pretória, em 16 de junho de 2010, pulsava com a inebriante sinfonia das vuvuzelas e a esperança de uma nação. A África do Sul, anfitriã da Copa do Mundo, buscava consolidar sua jornada após o empate heroico contra o México, impulsionada pelo gol icônico de Siphiwe Tshabalala. Contudo, pela frente, estava o Uruguai, uma força tradicional com um ataque letal, liderado por Diego Forlán e Luis Suárez.
Desde o apito inicial, a "Celeste" mostrou sua pegada. Aos 24 minutos, Forlán desferiu um míssil de fora da área que, com um desvio sutil, enganou Itumeleng Khune e fez a rede balançar. O silêncio momentâneo entre o clamor sul-africano era quase palpável. A segunda etapa trouxe mais drama. Aos 76 minutos, em um lance crucial, Khune derrubou Suárez na área. Cartão vermelho para o goleiro e pênalti. Forlán, com a frieza de um matador, converteu, selando o 2 a 0. Aos 90, Álvaro Pereira, em cabeçada oportunista, deu o golpe de misericórdia, marcando o terceiro.
A festa que deveria ser dos Bafana Bafana transformou-se em uma aula de pragmatismo uruguaio. Steven Pienaar e Katlego Mphela lutaram, mas a defesa de Diego Lugano e o poder ofensivo visitante foram implacáveis. As esperanças sul-africanas de avançar no "seu" Mundial desvaneciam, enquanto o Uruguai de Óscar Tabárez demonstrava sua candidatura séria ao mata-mata, deixando claro que no futebol, a história e a técnica muitas vezes superam a paixão solitária.
Desde o apito inicial, a "Celeste" mostrou sua pegada. Aos 24 minutos, Forlán desferiu um míssil de fora da área que, com um desvio sutil, enganou Itumeleng Khune e fez a rede balançar. O silêncio momentâneo entre o clamor sul-africano era quase palpável. A segunda etapa trouxe mais drama. Aos 76 minutos, em um lance crucial, Khune derrubou Suárez na área. Cartão vermelho para o goleiro e pênalti. Forlán, com a frieza de um matador, converteu, selando o 2 a 0. Aos 90, Álvaro Pereira, em cabeçada oportunista, deu o golpe de misericórdia, marcando o terceiro.
A festa que deveria ser dos Bafana Bafana transformou-se em uma aula de pragmatismo uruguaio. Steven Pienaar e Katlego Mphela lutaram, mas a defesa de Diego Lugano e o poder ofensivo visitante foram implacáveis. As esperanças sul-africanas de avançar no "seu" Mundial desvaneciam, enquanto o Uruguai de Óscar Tabárez demonstrava sua candidatura séria ao mata-mata, deixando claro que no futebol, a história e a técnica muitas vezes superam a paixão solitária.
Gols
23'
Forlán
79'
Forlán
94'
Álvaro Pereira
Escalações
África do Sul
Titulares
-
Carlos Alberto Parreira
TEC
-
Khumalo
ZAD
-
Mokoena
ZAE
-
Gaxa
LAD
-
Masilela
LAE
-
Pienaar
MEC
-
Modise
MEC
-
Tshabalala
MEC
-
Mphela
ATA
-
Khune
GOL
-
Dikgacoi
VOL
-
Letsholonyane
VOL
Reservas
-
Josephs
GOL
-
Moriri
MEC
Uruguai
Titulares
-
Álvaro Pereira
LAE
-
Diego Pérez
VOL
-
Forlán
ATA
-
Óscar Tabárez
TEC
-
Lugano
ZAD
-
Godín
ZAE
-
Maxi Pereira
LAD
-
Fucile
LAD
-
Muslera
GOL
-
Arévalo Ríos
VOL
-
Cavani
ATA
-
Luis Suárez
ATA
Reservas
-
Gargano
VOL
-
Álvaro Fernández
MEC
-
Seba Fernández
ATA