Mbombela Stadium - Nelspruit, África do, ul
Sobre a Partida
Na gélida manhã de 20 de junho de 2010, em Nelspruit, a África do Sul foi palco de um dos resultados mais chocantes da história das Copas do Mundo. A atual campeã, Itália, desembarcou no Mbombela Stadium com a aura de uma tetracampeã, mas a sombra de um empate morno contra o Paraguai pairava sobre a Azzurra. Do outro lado, a modesta Nova Zelândia, zebra anunciada, carregava consigo apenas a esperança de dignidade.
O roteiro, porém, desafiou toda lógica. Aos 7 minutos, um lance que entraria para a história: Shane Smeltz, em meio a uma confusão na área, empurrou a bola para o fundo das redes de Marchetti, para a incredulidade de Cannavaro e a festa ensurdecedora dos All Whites. A defesa italiana, outrora impenetrável, mostrava rachaduras. A Azzurra, com estrelas como De Rossi, Pirlo e Iaquinta, se viu em desvantagem contra um adversário que poucos imaginariam sequer marcar.
A Itália pressionou, buscou o gol de empate com a frustração crescendo a cada minuto. Aos 29, em meio à agonia, um pênalti assinalado em cima de De Rossi deu a Vincenzo Iaquinta a chance de redimir os campeões. Ele não falhou, e o placar voltava à igualdade. Mas a igualdade era uma vitória moral para a Nova Zelândia e um sinal de alarme para a Itália. Os neozelandeses, liderados pelo seu capitão Ryan Nelsen, ergueram um muro defensivo impenetrável, resistindo às investidas de Di Natale e Gilardino. O apito final confirmou o impensável: 1 a 1. Um resultado que marcaria o início do fim para a campanha da Itália, eliminada na fase de grupos, e um feito glorioso para a Nova Zelândia, que celebrou seu ponto histórico como uma verdadeira conquista, desafiando a ordem estabelecida do futebol mundial.
O roteiro, porém, desafiou toda lógica. Aos 7 minutos, um lance que entraria para a história: Shane Smeltz, em meio a uma confusão na área, empurrou a bola para o fundo das redes de Marchetti, para a incredulidade de Cannavaro e a festa ensurdecedora dos All Whites. A defesa italiana, outrora impenetrável, mostrava rachaduras. A Azzurra, com estrelas como De Rossi, Pirlo e Iaquinta, se viu em desvantagem contra um adversário que poucos imaginariam sequer marcar.
A Itália pressionou, buscou o gol de empate com a frustração crescendo a cada minuto. Aos 29, em meio à agonia, um pênalti assinalado em cima de De Rossi deu a Vincenzo Iaquinta a chance de redimir os campeões. Ele não falhou, e o placar voltava à igualdade. Mas a igualdade era uma vitória moral para a Nova Zelândia e um sinal de alarme para a Itália. Os neozelandeses, liderados pelo seu capitão Ryan Nelsen, ergueram um muro defensivo impenetrável, resistindo às investidas de Di Natale e Gilardino. O apito final confirmou o impensável: 1 a 1. Um resultado que marcaria o início do fim para a campanha da Itália, eliminada na fase de grupos, e um feito glorioso para a Nova Zelândia, que celebrou seu ponto histórico como uma verdadeira conquista, desafiando a ordem estabelecida do futebol mundial.
Gols
5'
Smeltz
28'
Iaquinta
Escalações
Itália
Titulares
-
Zambrotta
LAD
-
Gilardino
ATA
-
Iaquinta
ATA
-
Montolivo
MEC
-
Pepe
MEC
-
Criscito
LAE
-
Cannavaro
ZAD
-
Marchetti
GOL
-
Marcello Lippi
TEC
-
De Rossi
VOL
-
Marchisio
MEC
-
Chiellini
ZAE
Reservas
-
Mauro Camoranesi
MEC
-
Pazzini
ATA
-
Di Natale
ATA
Nova Zelândia
Titulares
-
Smeltz
ATA
-
Fallon
ATA
-
Killen
ATA
-
Elliott
VOL
-
Bertos
VOL
-
Lochhead
LAD
-
Ricki Herbert
TEC
-
Paston
GOL
-
Reid
ZAD
-
Ryan Nelsen
ZAE
-
Vicelich
ZAD
-
Smith
LAE
Reservas
-
Wood
ATA
-
Christie
MEC
-
Barron
MEC