Sobre a Partida
Em 17 de junho de 2014, a Arena Castelão, em Fortaleza, vibrava com a expectativa de ver a Seleção Brasileira confirmar seu favoritismo na Copa do Mundo em casa. Diante do México, um adversário histórico e sempre aguerrido, a pressão era palpável. Felipão escalava sua tropa de choque, com Neymar, Oscar e Fred à frente, buscando a vitória que praticamente selaria a vaga nas oitavas.
Contudo, o que se viu foi uma muralha mexicana erguida por um goleiro que entraria para a história daquele mundial: Guillermo Ochoa. Num jogo de nervos à flor da pele, o Brasil pressionou incansavelmente. Neymar, o craque da camisa 10, tentou de cabeça, de longe, em lances geniais, mas em cada oportunidade, Ochoa se agigantava. Suas defesas acrobáticas contra a cabeçada de Neymar no primeiro tempo, e um milagre em chute de Paulinho, são lances que ecoam até hoje.
Do outro lado, o México, comandado por Rafa Márquez e com a velocidade de Giovani dos Santos, não se intimidava, criando perigosos contra-ataques que faziam Júlio César trabalhar. A rivalidade entre as duas seleções, conhecida por jogos imprevisíveis, atingiu seu ápice. Apesar do volume de jogo e da busca incessante pelo gol, a rede não balançou. O 0 a 0 final, para a frustração da torcida anfitriã, consolidou Ochoa como o herói da noite e deixou um gosto amargo de uma batalha épica onde a genialidade de um goleiro negou a glória a uma nação inteira.
Contudo, o que se viu foi uma muralha mexicana erguida por um goleiro que entraria para a história daquele mundial: Guillermo Ochoa. Num jogo de nervos à flor da pele, o Brasil pressionou incansavelmente. Neymar, o craque da camisa 10, tentou de cabeça, de longe, em lances geniais, mas em cada oportunidade, Ochoa se agigantava. Suas defesas acrobáticas contra a cabeçada de Neymar no primeiro tempo, e um milagre em chute de Paulinho, são lances que ecoam até hoje.
Do outro lado, o México, comandado por Rafa Márquez e com a velocidade de Giovani dos Santos, não se intimidava, criando perigosos contra-ataques que faziam Júlio César trabalhar. A rivalidade entre as duas seleções, conhecida por jogos imprevisíveis, atingiu seu ápice. Apesar do volume de jogo e da busca incessante pelo gol, a rede não balançou. O 0 a 0 final, para a frustração da torcida anfitriã, consolidou Ochoa como o herói da noite e deixou um gosto amargo de uma batalha épica onde a genialidade de um goleiro negou a glória a uma nação inteira.
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Luiz Felipe Scolari
TEC
-
Marcelo
LAE
-
Luiz Gustavo
VOL
-
Oscar
MEC
-
Paulinho
VOL
-
David Luiz
ZAE
-
Neymar
ATA
-
Fred
ATA
-
Ramires
VOL
-
Júlio César
GOL
-
Daniel Alves
LAD
-
Thiago Silva
ZAD
Reservas
-
Bernard
MEC
-
Jô
ATA
-
Willian
MEC
México
Titulares
-
Rafa Márquez
ZAD
-
Héctor Moreno
ZAE
-
Layún
LAE
-
Herrera
VOL
-
José Vázquez
VOL
-
Miguel Herrera
TEC
-
Oribe Peralta
ATA
-
Aguilar
LAD
-
Ochoa
GOL
-
Maza Rodríguez
ZAD
-
Guardado
VOL
-
Giovani dos Santos
MEC
Reservas
-
Chicharito Hernández
ATA
-
Marco Fabián
MEC
-
Raúl Jiménez
ATA