Sobre a Partida
Na Arena das Dunas, em Natal, na noite de 19 de junho de 2014, um confronto que prometia redenção se transformou numa batalha tática exaustiva, com um desfecho agridoce. Japão e Grécia, ambos derrotados em suas estreias na Copa do Mundo, buscavam desesperadamente os três pontos para manter vivo o sonho da classificação no Grupo C.
Os "Samurais Azuis" de Keisuke Honda e Shinji Kagawa, com sua filosofia de futebol ofensivo e a agilidade de Shinji Okazaki, enfrentavam a muralha helênica, comandada pela experiência de Giorgos Karagounis e a imposição física de Giorgos Samaras. O jogo ganhou ares dramáticos aos 38 minutos do primeiro tempo, quando Kostas Katsouranis, da Grécia, recebeu o segundo cartão amarelo, deixando sua equipe com dez homens em campo.
A partir daí, a partida virou um monólogo japonês de ataque contra a abnegada defesa grega. Honda arriscou de longe, Kagawa tentou infiltrações e Okazaki se desdobrava na área, mas a meta de Orestis Karnezis parecia intransponível. O goleiro grego fez defesas cruciais, e a zaga, liderada por Manolas e Papastathopoulos, bloqueou cada tentativa. O tempo escorria, e a frustração nipônica crescia a cada chance perdida. Samaras, isolado no ataque grego, ainda tentou alguns contragolpes sem sucesso.
Ao apito final, o 0 a 0 no placar espelhou a heroica resistência grega e a impotência japonesa em converter sua superioridade numérica e técnica. Um ponto para cada um, que no contexto do grupo, mais parecia uma condenação do que uma recompensa, deixando ambos à beira da eliminação.
Os "Samurais Azuis" de Keisuke Honda e Shinji Kagawa, com sua filosofia de futebol ofensivo e a agilidade de Shinji Okazaki, enfrentavam a muralha helênica, comandada pela experiência de Giorgos Karagounis e a imposição física de Giorgos Samaras. O jogo ganhou ares dramáticos aos 38 minutos do primeiro tempo, quando Kostas Katsouranis, da Grécia, recebeu o segundo cartão amarelo, deixando sua equipe com dez homens em campo.
A partir daí, a partida virou um monólogo japonês de ataque contra a abnegada defesa grega. Honda arriscou de longe, Kagawa tentou infiltrações e Okazaki se desdobrava na área, mas a meta de Orestis Karnezis parecia intransponível. O goleiro grego fez defesas cruciais, e a zaga, liderada por Manolas e Papastathopoulos, bloqueou cada tentativa. O tempo escorria, e a frustração nipônica crescia a cada chance perdida. Samaras, isolado no ataque grego, ainda tentou alguns contragolpes sem sucesso.
Ao apito final, o 0 a 0 no placar espelhou a heroica resistência grega e a impotência japonesa em converter sua superioridade numérica e técnica. Um ponto para cada um, que no contexto do grupo, mais parecia uma condenação do que uma recompensa, deixando ambos à beira da eliminação.
Escalações
Japão
Titulares
-
Kawashima
GOL
-
Alberto Zaccheroni
TEC
-
Yoshida
ZAE
-
Uchida
LAD
-
Nagatomo
LAE
-
Honda
MEC
-
Yamaguchi
VOL
-
Konno
ZAD
-
Hasebe
VOL
-
Okubo
ATA
-
Okazaki
ATA
-
Osako
ATA
Reservas
-
Endo
VOL
-
Kagawa
MEC
Grécia
Titulares
-
Kone
MEC
-
Fernando Santos
TEC
-
Karnezis
GOL
-
Sokratis
ZAD
-
Manolas
ZAD
-
Torosidis
LAD
-
Holebas
LAE
-
Mitroglou
ATA
-
Maniatis
VOL
-
Katsouranis
VOL
-
Samaras
ATA
-
Fetfatzidis
MEC
Reservas
-
Karagounis
MEC
-
Salpingidis
ATA
-
Gekas
ATA