Sobre a Partida
O Mineirão fervia em 28 de junho de 2014, um caldeirão verde e amarelo que mal podia conter a ansiedade da nação anfitriã. Era a Copa do Mundo no Brasil, e nas oitavas de final, a Seleção de Felipão enfrentava um Chile destemido, comandado por Jorge Sampaoli, em um clássico sul-americano que prometia faíscas. A rivalidade secular ganhava contornos épicos, com a "Roja" de Alexis Sánchez e Arturo Vidal sonhando em derrubar o gigante em sua própria casa.
Aos 18 minutos, o zagueiro David Luiz, em um lance confuso após cobrança de escanteio, colocou o Brasil à frente, liberando o grito preso na garganta da torcida. Mas a alegria durou pouco. Aos 32, Alexis Sánchez, oportunista, aproveitou uma falha defensiva e empatou, calando momentaneamente o estádio e acendendo o alerta brasileiro. O jogo se transformou em uma batalha nervosa, com Hulk, Neymar e o talentoso meio-campo chileno trocando golpes incessantes.
A prorrogação foi uma agonia. Nos segundos finais, o atacante chileno Mauricio Pinilla desferiu um míssil que explodiu no travessão de Júlio César, congelando o coração de milhões e por pouco não selando uma eliminação precoce. O destino seria decidido nos pênaltis. Ali, sob a pressão de todo um país, o goleiro Júlio César emergiu como herói, defendendo duas cobranças chilenas. E, após o chute de Gonzalo Jara acertar a trave, o Brasil avançou em meio a lágrimas de alívio e pura exaustão, deixando para trás um Chile valoroso e uma partida que entrou para a história como uma das mais dramáticas de todas as Copas.
Aos 18 minutos, o zagueiro David Luiz, em um lance confuso após cobrança de escanteio, colocou o Brasil à frente, liberando o grito preso na garganta da torcida. Mas a alegria durou pouco. Aos 32, Alexis Sánchez, oportunista, aproveitou uma falha defensiva e empatou, calando momentaneamente o estádio e acendendo o alerta brasileiro. O jogo se transformou em uma batalha nervosa, com Hulk, Neymar e o talentoso meio-campo chileno trocando golpes incessantes.
A prorrogação foi uma agonia. Nos segundos finais, o atacante chileno Mauricio Pinilla desferiu um míssil que explodiu no travessão de Júlio César, congelando o coração de milhões e por pouco não selando uma eliminação precoce. O destino seria decidido nos pênaltis. Ali, sob a pressão de todo um país, o goleiro Júlio César emergiu como herói, defendendo duas cobranças chilenas. E, após o chute de Gonzalo Jara acertar a trave, o Brasil avançou em meio a lágrimas de alívio e pura exaustão, deixando para trás um Chile valoroso e uma partida que entrou para a história como uma das mais dramáticas de todas as Copas.
Gols
18'
David Luiz
31'
Alexis Sánchez
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Luiz Felipe Scolari
TEC
-
Marcelo
LAE
-
Fernandinho
VOL
-
Luiz Gustavo
VOL
-
Oscar
MEC
-
Hulk
ATA
-
David Luiz
ZAE
-
Neymar
ATA
-
Fred
ATA
-
Júlio César
GOL
-
Daniel Alves
LAD
-
Thiago Silva
ZAD
Reservas
-
Jô
ATA
-
Willian
MEC
-
Ramires
VOL
Chile
Titulares
-
Mena
LAE
-
Aránguiz
VOL
-
Marcelo Díaz
VOL
-
Vargas
ATA
-
Jorge Sampaoli
TEC
-
Claudio Bravo
GOL
-
Isla
LAD
-
Vidal
VOL
-
Medel
VOL
-
Alexis Sánchez
ATA
-
Francisco Silva
VOL
-
Gonzalo Jara
ZAE
Reservas
-
José Rojas
ZAD
-
Pinilla
ATA
-
Felipe Gutiérrez
MEC