Campo do São Bento - Sorocaba, SP
Sobre a Partida
Na tarde abafada de 28 de junho de 1931, o Estádio Parque Antártica fervilhava, palco de um embate crucial pelo Campeonato Paulista da LFP, que marcava a transição para a era profissional do futebol brasileiro. O SC Internacional-SP, uma força emergente na capital, recebia o tradicional Germânia, um clube de raízes profundas, mas que enfrentava a onda avassaladora do futebol-arte e da profissionalização.
Desde o apito inicial, o Internacional-SP ditou o ritmo. Aos 15 minutos, o centroavante Gradim, com sua faro de gol inconfundível, abriu o placar com um arremate certeiro, incendiando as arquibancadas. A pressão não cedia, e pouco depois, o talentoso Canhoto ampliou, com um drible desconcertante que culminou em um chute cruzado. O Germânia, contudo, não se rendia. Em um raro contra-ataque antes do intervalo, o vibrante Arthur diminuiu, lembrando que a camisa tradicional pesava.
No segundo tempo, a tônica do jogo se manteve. A solidez defensiva e a agilidade ofensiva do Internacional-SP prevaleceram. Formiga, com sua inteligência tática, orquestrava o meio-campo, e foi de seus pés que nasceu a jogada para o terceiro gol, uma bela triangulação que resultou em mais um tento para os mandantes. Nos minutos finais, a goleada foi selada com um quarto gol, coroando uma performance dominante. O 4 a 1 final não só solidificava a campanha do Internacional-SP no campeonato, mas também sublinhava a distância que os grandes clubes começavam a abrir na era profissional.
Desde o apito inicial, o Internacional-SP ditou o ritmo. Aos 15 minutos, o centroavante Gradim, com sua faro de gol inconfundível, abriu o placar com um arremate certeiro, incendiando as arquibancadas. A pressão não cedia, e pouco depois, o talentoso Canhoto ampliou, com um drible desconcertante que culminou em um chute cruzado. O Germânia, contudo, não se rendia. Em um raro contra-ataque antes do intervalo, o vibrante Arthur diminuiu, lembrando que a camisa tradicional pesava.
No segundo tempo, a tônica do jogo se manteve. A solidez defensiva e a agilidade ofensiva do Internacional-SP prevaleceram. Formiga, com sua inteligência tática, orquestrava o meio-campo, e foi de seus pés que nasceu a jogada para o terceiro gol, uma bela triangulação que resultou em mais um tento para os mandantes. Nos minutos finais, a goleada foi selada com um quarto gol, coroando uma performance dominante. O 4 a 1 final não só solidificava a campanha do Internacional-SP no campeonato, mas também sublinhava a distância que os grandes clubes começavam a abrir na era profissional.