Walter Ribeiro - Sorocaba, SP
Sobre a Partida
Numa tarde de domingo, em 6 de setembro de 1981, o Estádio Walter Ribeiro, carinhosamente conhecido como CIC, em Sorocaba, pulsava com a eletricidade típica do Campeonato Paulista. De um lado, o aguerrido São Bento, com sua apaixonada torcida do interior, buscando firmar-se entre os grandes. Do outro, a renomada Portuguesa, uma equipe da capital com uma história de brio e talentos, que contava com a solidez de Djalma Freitas na defesa e a habilidade de Wilson Coimbra no meio-campo. O lendário Enéas, ainda que em fase de transição em sua carreira na Lusa, representava a tradição de um time que sempre desafiava os gigantes.
O duelo era intenso e tático desde o apito inicial. A Portuguesa tentava impor seu jogo técnico, mas esbarrava na marcação implacável e na garra dos beneditinos. O primeiro tempo foi de poucas chances claras, um verdadeiro embate no meio-campo. A emoção reservada para a segunda etapa explodiu aos 15 minutos, quando, após uma jogada de persistência, a bola encontrou os pés de Odair, o camisa 8 do São Bento. Com um chute certeiro, ele estufou as redes de Luiz Carlos, levando a massa sorocabana ao delírio. A partir daí, o São Bento defendeu-se com heroísmo, com o goleiro Chicão realizando defesas cruciais para manter a vantagem. A Lusa, com o jovem Edu Marangon tentando orquestrar a reação, pressionou até o fim, mas o placar de 1 a 0 permaneceu inalterado. Foi um triunfo da raça do interior sobre a tradição da capital, um resultado que ecoou com euforia por Sorocaba.
O duelo era intenso e tático desde o apito inicial. A Portuguesa tentava impor seu jogo técnico, mas esbarrava na marcação implacável e na garra dos beneditinos. O primeiro tempo foi de poucas chances claras, um verdadeiro embate no meio-campo. A emoção reservada para a segunda etapa explodiu aos 15 minutos, quando, após uma jogada de persistência, a bola encontrou os pés de Odair, o camisa 8 do São Bento. Com um chute certeiro, ele estufou as redes de Luiz Carlos, levando a massa sorocabana ao delírio. A partir daí, o São Bento defendeu-se com heroísmo, com o goleiro Chicão realizando defesas cruciais para manter a vantagem. A Lusa, com o jovem Edu Marangon tentando orquestrar a reação, pressionou até o fim, mas o placar de 1 a 0 permaneceu inalterado. Foi um triunfo da raça do interior sobre a tradição da capital, um resultado que ecoou com euforia por Sorocaba.