Sobre a Partida
No dia 18 de fevereiro de 2006, o Estádio do Morumbi pulsava com a aura de um gigante mundial. O São Paulo Futebol Clube, recém-coroado campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes, recebia o Paulista de Jundiaí pelo Campeonato Paulista, em um duelo que carregava uma curiosa simetria: de um lado, os campeões do mundo; do outro, os surpreendentes campeões da Copa do Brasil de 2005.
Contudo, a tarde seria de afirmação tricolor. Sob o comando de Muricy Ramalho, o São Paulo mostrou por que era a equipe a ser batida. Em um espetáculo de superioridade, a goleada de 5 a 1 se desenhou com autoridade. O maestro Rogério Ceni abriu o placar, convertendo um pênalti com a maestria habitual, levando a torcida ao delírio. Em seguida, a estrela de Alex Dias brilhou intensamente, com dois gols que demonstraram seu faro artilheiro. Não menos brilhante, Thiago Ribeiro também balançou as redes duas vezes, selando uma exibição de gala.
O Paulista, apesar do gol de honra marcado por Réver, não conseguiu conter o ímpeto da máquina são-paulina, que contava ainda com a solidez de Lugano na zaga e a inteligência de Mineiro no meio-campo. Foi uma declaração de força, um lembrete contundente de que, após conquistar o mundo, o Tricolor não abaixaria a guarda em busca de mais glórias estaduais. Uma tarde para reafirmar a hegemonia no futebol paulista.
Contudo, a tarde seria de afirmação tricolor. Sob o comando de Muricy Ramalho, o São Paulo mostrou por que era a equipe a ser batida. Em um espetáculo de superioridade, a goleada de 5 a 1 se desenhou com autoridade. O maestro Rogério Ceni abriu o placar, convertendo um pênalti com a maestria habitual, levando a torcida ao delírio. Em seguida, a estrela de Alex Dias brilhou intensamente, com dois gols que demonstraram seu faro artilheiro. Não menos brilhante, Thiago Ribeiro também balançou as redes duas vezes, selando uma exibição de gala.
O Paulista, apesar do gol de honra marcado por Réver, não conseguiu conter o ímpeto da máquina são-paulina, que contava ainda com a solidez de Lugano na zaga e a inteligência de Mineiro no meio-campo. Foi uma declaração de força, um lembrete contundente de que, após conquistar o mundo, o Tricolor não abaixaria a guarda em busca de mais glórias estaduais. Uma tarde para reafirmar a hegemonia no futebol paulista.