Sobre a Partida
Montevidéu, 22 de julho de 1930. O ar gelado do inverno uruguaio mal conseguia aplacar a efervescência no lendário Estádio Centenário. Era o embate sul-americano que parava fronteiras: Argentina contra Chile, pela fase de grupos da primeira Copa do Mundo. Mais que um jogo, era um duelo de titãs do Prata e da Cordilheira, com a rivalidade histórica em seu ponto mais incandescente. A Albiceleste, já favorita ao título, entrava em campo disposta a reafirmar sua supremacia.
Desde o apito inicial, a Argentina impôs seu ritmo avassalador. O talentoso Guillermo Stábile, que se tornaria o artilheiro do torneio, abriu o placar aos 12 minutos, com um chute certeiro. Mal a torcida chilena se recompunha, e Mario Evaristo ampliava aos 21, mostrando a força ofensiva argentina. Mas a intensidade da rivalidade transbordou para o campo. Uma disputa acirrada por uma bola degenerou numa briga generalizada entre os jogadores de ambos os lados, com socos e pontapés voando, obrigando a intervenção da polícia para restaurar a ordem, um episódio chocante e memorável na história das Copas.
O jogo recomeçou e, apesar do tumulto, Stábile, imparável, marcou seu segundo gol pouco antes do intervalo. Guillermo Subiabre, para o Chile, ainda conseguiu descontar aos 42, mas a reação parou por aí. No segundo tempo, a Argentina administrou a vantagem, garantindo a vitória por 3 a 1 e a liderança do Grupo 1, um passo decisivo rumo à final daquele Mundial inaugural. Uma partida que entrou para a história não só pelos gols e pela maestria de craques como Stábile e Luis Monti, mas pela selvageria e paixão que só o futebol sul-americano da época podia oferecer.
Desde o apito inicial, a Argentina impôs seu ritmo avassalador. O talentoso Guillermo Stábile, que se tornaria o artilheiro do torneio, abriu o placar aos 12 minutos, com um chute certeiro. Mal a torcida chilena se recompunha, e Mario Evaristo ampliava aos 21, mostrando a força ofensiva argentina. Mas a intensidade da rivalidade transbordou para o campo. Uma disputa acirrada por uma bola degenerou numa briga generalizada entre os jogadores de ambos os lados, com socos e pontapés voando, obrigando a intervenção da polícia para restaurar a ordem, um episódio chocante e memorável na história das Copas.
O jogo recomeçou e, apesar do tumulto, Stábile, imparável, marcou seu segundo gol pouco antes do intervalo. Guillermo Subiabre, para o Chile, ainda conseguiu descontar aos 42, mas a reação parou por aí. No segundo tempo, a Argentina administrou a vantagem, garantindo a vitória por 3 a 1 e a liderança do Grupo 1, um passo decisivo rumo à final daquele Mundial inaugural. Uma partida que entrou para a história não só pelos gols e pela maestria de craques como Stábile e Luis Monti, mas pela selvageria e paixão que só o futebol sul-americano da época podia oferecer.
Gols
12'
Stabile
13'
Stabile
15'
Subiabre
51'
Evaristo
Escalações
Argentina
Titulares
-
Varallo
DEF
-
Juan Jose Tramutola
TEC
-
Stabile
ATA
-
Ferreira
ATA
-
Oralndi
DEF
-
Monti
MEI
-
Evaristo
ATA
-
Evaristo
MEI
-
Paternoster
DEF
-
Bossio
GOL
-
Peucelle
ATA
-
Della Torre
DEF
Chile
Titulares
-
Gyorgi Orth
TEC
-
Torres
DEF
-
Chaparro
DEF
-
Villalobos
ATA
-
Morales
DEF
-
Arellano
ATA
-
Subiabre
MEI
-
Saavedra
DEF
-
Torres
MEI
-
Vidal
MEI
-
Cortes
GOL
-
Aguilera
ATA
Arbitragem
Árbitro
Langenus