Sobre a Partida
Montevidéu, 30 de julho de 1930. O Estádio Centenário fervia, testemunha de um evento que moldaria a história do futebol: a primeira final da Copa do Mundo. De um lado, o anfitrião Uruguai, campeão olímpico e orgulho da nação. Do outro, a Argentina, seu eterno rival platino, com um ataque avassalador. Não era apenas um jogo, mas a culminância de uma rivalidade lendária, o "Clásico del Río de la Plata" levado ao palco mundial.
A tensão era palpável, exacerbada por uma controvérsia sobre qual bola seria utilizada. Finalmente, com a bola argentina no primeiro tempo e a uruguaia no segundo, o espetáculo começou. Pablo Dorado incendiou a torcida celeste com o primeiro gol, mas a alegria durou pouco. Carlos Peucelle e o artilheiro Guillermo Stábile viraram o placar para a Argentina antes do intervalo, silenciando o Centenário.
No segundo tempo, a "Garra Charrua" emergiu. Pedro Cea empatou aos 57 minutos, reacendendo a esperança. Aos 68, Santos Iriarte, com um disparo potente, colocou o Uruguai à frente, levando a multidão ao delírio. Aos 89, o lendário Héctor Castro, "El Manco", de cabeça, selou o destino: Uruguai, 4 x 2. O apito final irrompeu em uma explosão de júbilo. Com jogadores como José Andrade e Héctor Scarone, a Celeste Olímpica gravava seu nome na eternidade como os primeiros campeões mundiais, erguendo a Taça Jules Rimet sob um mar de aplausos e lágrimas. Um clássico inesquecível!
A tensão era palpável, exacerbada por uma controvérsia sobre qual bola seria utilizada. Finalmente, com a bola argentina no primeiro tempo e a uruguaia no segundo, o espetáculo começou. Pablo Dorado incendiou a torcida celeste com o primeiro gol, mas a alegria durou pouco. Carlos Peucelle e o artilheiro Guillermo Stábile viraram o placar para a Argentina antes do intervalo, silenciando o Centenário.
No segundo tempo, a "Garra Charrua" emergiu. Pedro Cea empatou aos 57 minutos, reacendendo a esperança. Aos 68, Santos Iriarte, com um disparo potente, colocou o Uruguai à frente, levando a multidão ao delírio. Aos 89, o lendário Héctor Castro, "El Manco", de cabeça, selou o destino: Uruguai, 4 x 2. O apito final irrompeu em uma explosão de júbilo. Com jogadores como José Andrade e Héctor Scarone, a Celeste Olímpica gravava seu nome na eternidade como os primeiros campeões mundiais, erguendo a Taça Jules Rimet sob um mar de aplausos e lágrimas. Um clássico inesquecível!
Gols
12'
Dorado
20'
Peucelle
37'
Stabile
57'
Cea
68'
Iriarte
89'
Castro
Escalações
Uruguai
Titulares
-
Alberto Suppici
TEC
-
Iriarte
ATA
-
Dorado
ATA
-
Cea
MEI
-
Scarone
MEI
-
Gestino
MEC
-
Andrade
MEI
-
Castro
ATA
-
Fernandez
DEF
-
Nasazzi
DEF
-
Ballesteros
GOL
-
Mascheroni
DEF
Argentina
Titulares
-
Stabile
ATA
-
Suarez
MEI
-
Della Torre
DEF
-
Botasso
GOL
-
Juan Jose Tramutola
TEC
-
Varallo
DEF
-
Peucelle
ATA
-
Monti
MEI
-
Evaristo
ATA
-
Evaristo
MEI
-
Paternoster
DEF
-
Ferreira
ATA
Arbitragem
Árbitro
Langenus