Sobre a Partida
No icônico Estádio do Maracanã, em 9 de julho de 1950, o Brasil sediou o primeiro confronto do quadrangular final da Copa do Mundo. A expectativa era palpável, com o gigante de concreto pulsando sob a ansiedade de uma nação que sonhava com seu primeiro título mundial. O adversário, a Suécia, era um time respeitável, mas o esquadrão brasileiro de Flavio Costa estava em dia de fúria.
Desde o apito inicial, a Canarinho impôs seu ritmo avassalador. O ataque, liderado pelo genial Ademir de Menezes, era uma força imparável. Ademir, com sua velocidade e faro de gol, abriu o placar e, antes mesmo do intervalo, já havia balançado as redes suecas duas vezes. Chico também deixou sua marca, elevando a vantagem brasileira.
Na segunda etapa, a orquestra ofensiva brasileira continuou seu espetáculo. Ademir, em tarde de pura inspiração, marcou mais dois gols, selando uma atuação individual histórica e elevando seu total para quatro na partida. Jair também contribuiu para a festa com um gol, e Chico, novamente, marcou o último da goleada.
Apesar da avalanche, a Suécia encontrou um momento para respirar, com Karl-Erik Palmér diminuindo para os europeus. No entanto, foi apenas um breve suspiro. O placar final de 7 a 1 foi um verdadeiro massacre, um cartão de visitas brutal do Brasil aos seus concorrentes na fase final. O Maracanã explodiu em júbilo, e a nação, iludida por tamanho esplendor, acreditava mais do que nunca no título. Aquele dia, Ademir virou lenda e o Brasil se impôs com autoridade inesquecível.
Desde o apito inicial, a Canarinho impôs seu ritmo avassalador. O ataque, liderado pelo genial Ademir de Menezes, era uma força imparável. Ademir, com sua velocidade e faro de gol, abriu o placar e, antes mesmo do intervalo, já havia balançado as redes suecas duas vezes. Chico também deixou sua marca, elevando a vantagem brasileira.
Na segunda etapa, a orquestra ofensiva brasileira continuou seu espetáculo. Ademir, em tarde de pura inspiração, marcou mais dois gols, selando uma atuação individual histórica e elevando seu total para quatro na partida. Jair também contribuiu para a festa com um gol, e Chico, novamente, marcou o último da goleada.
Apesar da avalanche, a Suécia encontrou um momento para respirar, com Karl-Erik Palmér diminuindo para os europeus. No entanto, foi apenas um breve suspiro. O placar final de 7 a 1 foi um verdadeiro massacre, um cartão de visitas brutal do Brasil aos seus concorrentes na fase final. O Maracanã explodiu em júbilo, e a nação, iludida por tamanho esplendor, acreditava mais do que nunca no título. Aquele dia, Ademir virou lenda e o Brasil se impôs com autoridade inesquecível.
Gols
17'
Ademir Menezes
36'
Ademir Menezes
39'
Chico
52'
Ademir Menezes
58'
Ademir Menezes
67'
Andersson
85'
Maneca
88'
Chico
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Jair
ATA
-
Barbosa
GOL
-
Augusto
DEF
-
Juvenal
DEF
-
Maneca
MEI
-
Danilo
MEI
-
Chico
ATA
-
Zizinho
ATA
-
Bigode
MEC
-
Flávio Costa
TEC
-
Ademir Menezes
ATA
-
José Carlos Bauer
MEI
Suécia
Titulares
-
Palmer
ATA
-
Sundqvist
ATA
-
Jeppsson
ATA
-
Gard
MEI
-
Andersson
MEI
-
Samuelsson
DEF
-
Nordahl
DEF
-
Nilsson
DEF
-
Skoglund
ATA
-
Svensson
GOL
-
George Raynor
TEC
-
Nilsson
ATA
Arbitragem
Árbitro
A Ellis
Árbitro
A Ellis
Árbitro
A Ellis